Sempre que não estava no haras, ela ia até a casa da Tânia brincar com a Doce.
Também procurava Carolina e Helena por conta própria para um chá da tarde.
Hoje em dia, o clube equestre dela estava gigante. Não só na Cidade de Pão, mas até amantes do hipismo da Capital a procuravam para aprender montaria.
Também tinha vários jovens ricos, como Ricardo, que faziam aulas particulares com ela.
O preço da hora-aula foi estipulado pelo Bruno, e era bem caro, mas agendar uma aula com ela ainda era dificílimo.
Além do haras e do clube, Bruno ainda montou um centro de resgate pra ela, focado em acolher e tratar cavalos feridos ou doentes.
O centro de resgate não cobrava nada, era tudo gratuito.
Por nada além de fornecer valor emocional para Dinara.
Ela amava as planícies, amava cavalgar e tinha uma paixão especial por cavalos, mas não podia voltar pra Cidade de Mar por causa dos perigos ocultos.
Então, Bruno comprou um grande terreno pra ela no subúrbio da Cidade de Pão e construiu o haras, só para deixá-la feliz.
Agora Dinara se mantinha ocupada o dia todo e, em comparação a quando tinha acabado de chegar na Cidade de Pão, estava bem mais alegre.
Ocupada, porém feliz.
O que dava dor de cabeça a todo mundo agora era o mascote da Dinara, Made. Comia bem demais, era bem tratado demais e ficava cada vez mais gordo.
E cada vez voava menos. Cochilava de dia, cochilava à noite; o dia todo só queria saber de dormir.
A princípio a saúde estava em dia, mas Dinara estava preocupada com o futuro dele.
Todo dia ela tirava uma hora para supervisionar e forçá-lo a voar!
Made estava virando um preguiçoso.
O grupo conversava, ria e a casa estava uma agitação total.
Carlos Belo e Bruno estavam com Tito na cabeça, mas nenhum dos dois demonstrou.
Mateus sabia que Carlos estava com preocupações. Ele se preocupava com Carlos, mas também não demonstrou.
Com a volta de Laín e Miro hoje, Carolina, Helena e o resto do pessoal estavam super felizes, e as crianças também. Eles não queriam estragar a alegria de ninguém.
Nenhum deles era o tipo de homem que acaba com a festa.
Depois do almoço, o grupo continuou conversando e a bagunça durou até mais das três da tarde, quando se despediram.
Fora Ricardo, os outros convidados foram embora.
Carolina e Fausta foram descansar no quarto, e Ricardo foi pro quarto de hóspedes.
Laín e Miro não descansaram; foram para o escritório conversar com Carlos.
Miro estava muito preocupado com a situação de Ledo:
— Papai, ainda não tem notícia do Ledo?
Carlos, por sua vez, não estava preocupado com Ledo. Ele não era mais uma criança de três anos; na antiguidade, nessa idade, já se podia assumir o trono.
Carlos assentiu:
— O Ledo é bom de briga e ainda tá com o Cano junto, não vai acontecer nada com ele, não se preocupe.
Laín perguntou: — Ele não volta pro Ano Novo? Antes de vir pra cá, eu fui ver o avô Iván. O Katte ainda perguntou do Ledo. Faz tempo que ninguém consegue contato, ele tá preocupado.
Agora, por trás de Ivo não estavam apenas eles, mas sim todo o sistema de segurança pública.
O departamento nacional de combate às drogas era a casa dele.
Atualmente, a origem de Ivo já não era mais segredo no Triângulo Dourado. Aqueles traficantes não eram idiotas. Mesmo odiando Ivo, não ousariam encostar nele tão fácil.
Matá-lo não seria atrair a fúria de todos pra si mesmo?
Ninguém queria ser caçado até a morte pelo departamento antinarcóticos do Brasil!
Depois de perguntar de Ledo, do bisavô e de Ivo, Laín perguntou de novo:
— E a situação do Daniel Pereira?
Ao mencionar Daniel, Carlos franziu a testa: — Tá meio complicado.
Laín perguntou: — Mas ele não corre mais risco de vida, né?
Carlos respondeu: — Não corre mais risco, mas as intenções dele não são nada puras. Tem muita chance de ele tentar forçar sua irmã a fazer algo ilegal.
Laín e Miro apertaram as sobrancelhas e disseram juntos:
— O que ele quer fazer?
Carlos: — Por enquanto não sabemos o que ele quer fazer, mas é certeza que ele pirou de vez. O que ele tem em mente com certeza é uma loucura.
Laín franziu as sobrancelhas:
— Se ele forçar a Fausta, o que a gente faz?
Carlos, com a testa franzida, ficou pensativo: — ...

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...