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Procura-se Uma Noiva romance Capítulo 25

Tommáz Walker

Perceber o quanto a Amélie é uma mulher doce e de certa forma carente de afeto masculino me deixou com o desejo de cuidar de todas as suas necessidades, mas isso só resolveremos assim que formos trabalhar amanhã.

Tenho que encontrar uma forma de que ela me conte sobre a noite do Moulin Rouge, porque ela não conseguirá esconder isso por muito tempo, principalmente se a dançarina do Kevin estiver mesmo gravida, sei que elas vão continuar a amizade. Até por que duvido que meu primo force a sua mulher em sair de Paris sem a única pessoa que ela considera como família.

Realmente ele tem que se preocupar em muito com a tia Emma, que terá que aceitar que seu primeiro netinho cresça tão longe da família. Observo Amélie dormir de costa para mim e deixando a linhas da sua tatuagem amostra. Queria tanto poder dizer que sou o homem que ela vendou.

Mas a minha avó tem razão, se contar para ela agora é capaz que ela desista de tudo e se afaste de mim por não ser sincero com ela. Se estivesse vivendo essa situação também estaria com a mente cheia de dúvidas e desconfianças de tudo e todos.

Aperto um pouco mais o corpo nu de minha noiva contra o meu, apenas com o pensamento que ela possa ir embora sem se importar que esteja me deixando para trás. Assim que ela lançou o seu feitiço sobre mim, não consigo me ver com outra mulher e tão pouco estar noite após noite com uma mulher diferente.

Agora entendo o meu pai, que assim que seu relógio dava as 17 h, não importa o que ele estivesse fazendo, parava tudo e corria para os braços da sua estagiária quando ela ainda estava cuidando de mim por ser uma criança e de Larissa.

Quero ser para a minha francesa o mesmo homem apaixonado e devoto a sua mulher como meu pai mostrou em casa. Deixo minha mão em cima da bariga da Amélie porque tenho uma sensação de que já estamos esperando o nosso primeiro bebê. Enquanto beijo o seu ombro, sinto que ela se remexe na cama e souta um suspiro leve.

Ela começa a gemer e fica inquieta na cama e tento ouvir o que estava atormentado os seus sonhos, mas ela apenas fala coisas desconexas, faço um carinho em seu seio e consigo tranquilizá-la em meus braços. Me entrego ao sono e volto a descansar.

— Se ficar me apertando assim não iremos trabalhar Tom! — Ouço a voz suave no meu peito.

— Bom dia! Amélie, já estamos atrasados? — Sinto seu riso e sua negação no meu peito.

— Não, mas adoraria de preparar o nosso café para sairmos. — Solto meus braços e olho para os cabelos loiro e a pequena mexa escura bagunçadas no meu peito.

— Então vamos para o banho, senhora Walker. — Digo beijando a sua testa.

— Posso me acostumar com isso… — Ouço e a viro embaixo de mim.

Deixo que a minha ereção matinal entre na sua intimidade, tirando dela um gemido de prazer.

— Pensei que estivesse com vontade de fazer café, meu amor. — Falo olhando em seus olhos enquanto retiro minha ereção completamente daquele lugar quente e úmido.

Frustrando o meu próprio corpo ao negar meu prazer, mas adoro em ver o rosto da minha linda noiva ganhando um tom roseado por estar irritada por lhe suprimir o seu prazer. Antes mesmo que ela me ameaçasse, prendo seus pulsos na cama, deixando ela ainda mais desejosa. Podia ver o quanto ela queria que chegasse até o seu fundo.

A safada rebolava a sua pelve na direção da minha ereção e quando conseguiu o nosso encaixe deslizei até ouvi-la me xingar.

— Vou te deixar sem sexo… — Baixo seus pulsos encaixando-os embaixo de sua bunda arrebitada.

— Duvido querida esposa. — Ela revira os olhos e sorri com a minha intenção. — Seja boazinha e fica de bruços quero te dar prazer…

Deslizo forte dentro dela, sentindo a sua musculatura apertando e soltando, parecia como se me sugasse e me prendesse dentro dela. Deslizo para fora e deixo que ela se vire, puxo um dos travesseiros e coloco embaixo dela para que aquela sua bunda redondinha ficasse ali a minha disposição.

Fecho bem suas pernas para sentir ainda mais apertado ao entrar nela, nos encaixo com delicadeza e me deito por cima de seu corpo, deixo meus movimentos lentos para que ela relaxe completamente, a vejo apertando a colcha que dormimos e fechando ainda mais as suas coxas.

— Tom… — Sua respiração fica entrecortada.

Beijo seus ombros enquanto mantenho a lentidão dos meus movimentos, quero apenas que ela sinta o quanto quero cuidar dela, arrasto minha barba que estava crescendo por sua pele como leite e via pequenos arranhões se formando ali.

— Você é minha… — Sussurro beijando a linha da sua mandíbula.

— Apenas sua… ahhh… mais… — Sentir seu orgasmo nos deixando ainda úmidos.

Encaixo meus braços por baixo de seu corpo mantendo o corpo da minha mulher confortável em meu abraço, beijo sua nuca, continuo me mexendo até sentir meu prazer chegar ao seu ápice explodindo em jatos dentro dela. Um sorriso se forma em meu rosto e deito minha testa em seu ombro.

— Querida, talvez deva fazer um teste para saber se teremos nosso bebê. — Digo com carinho.

— Tem certeza? — Abro o envelope retirando o documento com as nossas assinaturas ali.

Rasgo as folhas deixando claro que não quero uma vida ao seu lado embaixo de um documento que está começando não fazer nenhum sentido para nenhum de nos dois. Entrego em suas mãos, o documento rasgado e noto quando um suspiro sai de seu peito, deixando ela ainda mais leve.

— O peso desse contrato se equivalia à ameaça sutil de casamento daquele homem. — A viro de frente para mim.

— Jamais faria isso com você, se em algum momento percebermos que não estamos dando certo, você é livre para ir. — Digo deixando as suas mãos em seu próprio peito. — Um novo sorriso nasce e a vejo jogando os pedaços daquele papel sem sentido para fora de nossa cama.

Não consigo resistir e nos amamos novamente, comemorando que agora ela sabe que não tem o peso de um contrato em nossas decisões, agora somos realmente um casal.

Infelizmente não conseguimos tomar café em casa, então paramos em um bistrô perto da empresa, fomos fotografados de todas as maneiras possíveis, sabia que até o fim do dia minha mãe estaria enviando várias mensagens e quando não respondesse iria me ligar.

Subimos para o andar e vou em direção de minha sala enquanto minha noiva ia procura por Noely que estava andando pelo andar de criação. Antes que pudesse me sentar, Kevin entra na sala com uma cara de cansada e pelo visto a situação dele não estava das melhores.

— Contei para a senhora Tremblay! — Retiro o meu terno e espero que ele termine de contar tudo o que precisa. — Minha mãe chega no fim de semana, preciso de ajuda para que ela não venha até o seu casamento.

Começo a rir do meu amigo e o vejo andando de um lado para o outro.

— Está fazendo uma tempestade em copo d’água, tia Emma não é tudo isso. — Ele me olha como se fosse me matar.

— Lembra quando ela foi até o campus por que os caras colocaram boa noite cinderela no meu copo e me deixaram dormir pelado no gramado. — Reviro os olhos para meu primo.

— Meus tios deveriam ter ido a polícia Kevin, você tinha dezenove anos, poderia ter morrido com aquela idiotice que fizeram com você, mas não se preocupe, conversarei com a minha mãe e peço ajuda. — O vejo relaxar enquanto inicio o meu dia de trabalho.

Estava feliz e nada poderia atrapalhar os meus planos, até o fim de semana teríamos o nosso casamento no civil e no máximo um mês estaríamos trocando votos no altar de Notre Dame. Com a minha noiva em um lindo vestido de princesa.

Fico com meus pensamentos no futuro enquanto tento achar o furo em nossas receitas.

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