Entrar Via

Reescrevendo o destino romance Capítulo 113

Ao ver quem era, exclamou: “Você chegou!” Em seguida, olhou para baixo, para seu pijama e se perguntou se havia algo errado com ele.

“Um pijama. Tem alguma coisa nele?”

Como a casa estava aquecida, Jonathan tirou o casaco, revelando um colete e uma camisa por baixo. Então arregaçou as mangas, exibindo seus antebraços definidos e a pulseira de jade em seu pulso. Estendendo a mão, pegou o rabinho na parte de trás da roupa e disse, levantando uma sobrancelha: “Eu estava perguntando disso.”

A jovem acabara de tomar banho, então seu cabelo ainda estava molhado e caía pelos ombros. Sua pele era clara e delicada.

Fazendo uma careta, deu as costa para o homem e foi para o canto, procurando algo. De modo fofo e bobo, como um coelhinho.

Estar em casa com uma garota. Tal sentimento nunca foi tão intenso antes. Jonathan afrouxou a gravata e desabotoou dois botões.

Ângela corou e recuou. “Para. Por que está agindo assim?”

O homem obedeceu, parecia relaxado enquanto arqueava uma sobrancelha. “Você gosta desse estilo?”

A jovem estava confusa e se perguntava o que havia de errado com a roupa.

Não parece fofo? Também é quentinho!

De repente, ela parou, sentindo o significado implícito por trás das palavras e corou.

“As roupas que deixaram no guarda-roupa são muito reveladoras, não vou usá-las. Só encontrei esse...”, sua voz sumiu enquanto seu rosto corava. “Como eu ia saber que significava isso?”

Não é à toa que estava junto das camisolas. Significa a mesma coisa! Mayara é esperta...

“Coelhinhos são obedientes.” Jonathan beliscou as orelhas de coelho no capuz e disse com a voz suave: “E você?”

Ângela não disse nada e mordeu o lábio. Ele quer dizer que pareço um?

“Senhor Lawson, Ângela. Jantar!”, gritou Mayara ao pé da escada.

A jovem puxou o capuz e deu alguns passos para trás, com medo de que alguém entrasse e visse a cena.

Os olhos de Jonathan se fecharam. Diante daquela aparente timidez, não pôde deixar de sorrir um pouco.

“Não vou mais te provocar. Arrume-se e desça para o jantar”, disse-lhe, então virou a cadeira de rodas e saiu do quarto.

Ângela sentiu suas bochechas esquentarem, então mordeu o lábio e correu para o guarda-roupa. Diante do grande espelho de corpo inteiro, viu suas bochechas rubras e o pijama branco e fofo. À primeira vista, parecia um coelho gigante.

Encontrou outra roupa às pressas e se trocou. Em seguida, enfiou o pijama no fundo do guarda-roupa.

Sentada à mesa de jantar, não ousou olhar para o marido, mesmo depois da refeição.

O homem não pôde deixar de observá-la, pois estava muito bem-vestida desta vez, usando um conjunto de veludo fino e os cabelos divididos, estava bonita.

Ângela parecia ter crescido um pouco. Não era mais como na primeira vez que se encontraram, quando estava usando um uniforme escolar molhado, os olhos perplexos, chamando-o.

Depois do jantar, a jovem disse-lhe que queria realizar o procedimento em suas pernas.

Jonathan olhou-a e hesitou. “Não está cansada?”

A jovem esposa balançou a cabeça. “Não. Eu deveria ter realizado a acupuntura faz uma semana, mas adiei vários dias.” Tinha sido gentil com ela. A única maneira de poder retribuir era ajudá-lo a se levantar o mais rápido possível. Deveria estar de pé, imponente, não sentado em uma cadeira de rodas, olhando os outros de baixo.

Foram para a sala de estudos.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Reescrevendo o destino