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Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão romance Capítulo 307

Um repórter postou a foto na internet acompanhada da frase: [Pessoal, vejam quem é esse!]

[Essa silhueta me é tão familiar, mas não consigo lembrar de quem é.]

[Uau, parece o Sr. Lúcio!]

[O Sr. Lúcio voltou! Agora a coisa vai ficar agitada.]

[O Patriarca Sênior Índigo mal passou o poder para o Sr. Igor e o Sr. Lúcio já voltou?]

[Vocês não acham que o Grupo Céu Azul pode ter sido criado pelo Sr. Lúcio?]

[Pode ser. Tirando ele, quem teria a capacidade de transformar um negócio tão grande em apenas seis meses?]

...

À noitinha, ao voltar para o hotel, durante o jantar, Tainá deu uma olhada nos comentários da internet e disse rindo para Lúcio:

— Lúcio, você assumiu essa bucha por mim.

Lúcio lançou-lhe um olhar severo.

— A bucha é sua, por que você não assume?

Tainá deu uma risadinha escondida.

Depois de comer, como ainda era cedo, aproveitaram para dar uma volta para fazer a digestão e, de quebra, ver a paisagem noturna da Capital.

Não tinham andado muitos passos quando algumas pessoas desceram de um carro. A líder era uma mulher usando óculos escuros e máscara.

Ela olhou ao redor e, ao identificar Lúcio, correu direto na direção dele.

— Irmãozão, eu te procurei por tanto tempo...

— Parada.

Ela freou bruscamente porque Vagner e Lino já haviam bloqueado o caminho à sua frente.

O careca e Morgado também se puseram ao lado de Tainá de imediato para protegê-la.

— Irmãozão, manda eles saírem rápido. Sou eu, a Jasmim. Eu sou a Jasmim.

Mas Lúcio só lhe deu uma olhada de relance, desviou o olhar e continuou andando para a frente com Tainá.

— Irmãozão, não vai embora...

De repente, ela reparou em Tainá ao lado de Lúcio e berrou: — Você sumiu por dois anos, foi por causa dela?

Tainá fulminou a mulher com os olhos.

— Psicopata!

Ela queria ficar assistindo à fofoca, mas não imaginou que o fogo se viraria contra si mesma tão rápido. Era completamente sem noção.

Os dois continuaram a caminhar. Tainá perguntou a Lúcio:

O centro do pátio era, na verdade, um estacionamento, onde os canteiros de flores dividiam as vagas. Nas laterais, havia duas fileiras de cedros simétricos.

A neve acumulada nas folhas das árvores parecia exatamente como algodão-doce branco como a neve.

As ameixeiras no pátio estavam enroladas em pisca-piscas coloridos, fazendo com que as flores brilhassem de um jeito muito vibrante.

A luz refletia no gelo que pendia dos galhos, criando uma cena de conto de fadas, brilhante e radiante.

Como se esperava do Hotel Imperial Palace na Capital. Aquela ideia de decoração era fantástica.

Debaixo dos delicados postes de luz, os ramos dos cedros pareciam braços abertos, dando as boas-vindas aos hóspedes de passagem.

Num dos cantos do pátio havia uma fonte circular, cuja superfície da água estava coberta por uma fina camada de gelo.

A paisagem ao redor refletia-se no gelo, transportando quem olhasse para um mundo de sonhos.

Havia vultos caminhando aqui e ali no grande pátio do hotel.

Naquele momento, todos estavam apreciando a bela paisagem nevada e sentindo o encanto da natureza.

Como se estivessem longe da agitação da cidade, desfrutando de paz e conforto.

Aqueles que podiam se hospedar ali eram todos pessoas ricas ou nobres. Mais do que apenas uma estada, era uma experiência requintada.

Quando chegaram à entrada, Tainá se certificou de dizer ao segurança: — Aquela mulher de óculos escuros e máscara que veio há pouco tem problemas mentais; ela adora brincar que é famosa e dar escândalo.

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