— Ele é o meu irmão marcial.
Tainá se apressou em apresentá-lo.
— Por favor, entrem!
Quando Dona Lopes estava gravemente doente, Lúcio acompanhou Tainá à família, então Felipe sabia que eles se conheciam.
Agora, parecia que a relação deles era bastante profunda.
Ao entrarem, Tainá notou o quão silenciosa estava a casa e perguntou a Jéssica: — Não tem mais ninguém em casa?
Jéssica chegou perto do ouvido de Tainá: — A família do tio mais velho foi expulsa pela avó esta manhã.
— Ah? Cortaram laços? Por quê?
Ela sabia que a idosa era durona, mas não imaginava que fosse tanto.
Jéssica lançou um olhar reprovador a ela: — Você acha que todo mundo é como a Família Torres, que corta laços por qualquer coisinha?
Ela inclinou a cabeça e murmurou baixinho: — Eles causam muitos problemas. A avó ficou com medo de que chateassem você de novo. Daqui a alguns dias, estarão de volta.
A avó havia mandado os desordeiros embora por causa dela.
— Vocês puseram tantas frutas, como vou comer tudo isso?
A mesa de centro estava abarrotada de frutas lavadas e cortadas, não era exagero?
Não seria um desperdício não comer tudo?
— Menina, se você não conseguir, eles conseguem.
A idosa apontou para Lúcio, Morgado, Vagner e Lino atrás dela. — Deixem eles comerem, andem, comam.
Jéssica sussurrou para Tainá: — Você não sabe, quando a avó dá a louca, ninguém consegue segurá-la.
Ouvindo isso, Tainá ficou preocupada se a idosa tinha preparado um excesso de coisas gostosas.
Tainá já podia imaginar a mesa de jantar com uma montanha de comida, e a avó insistindo o tempo todo para que comessem.
Qualquer coisa em excesso deixava de ser prazeroso e virava um fardo.
Embora tivesse crescido rodeada de fartura, sua boa educação a impedia de desperdiçar, por mais rica que fosse.

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