Em seguida, uma pessoa coberta de sujeira foi atirada para dentro do quarto.
E então, a cena que presenciamos anteriormente se desenrolou entre as duas.
Depois que Isadora e Laura ficaram cansadas de lutar e de se xingarem, exaustas como já estavam, não demorou muito para que parassem.
Após se acalmar, Isadora de repente percebeu que aquelas pessoas as haviam colocado juntas para que pudessem lutar uma contra a outra.
Que pena, a sua mente estava muito nublada pelo ódio, tinha caído na armadilha.
Respirando fundo algumas vezes, ela finalmente recuperou um pouco de força.
— Laura, vamos parar de brigar, eles querem nos ver machucando uma à outra.
— E daí? Já que eu não vou sobreviver, ao menos te levo comigo.
O instinto de Laura dizia que Isadora estava armando alguma coisa.
— Como você foi pega?
Isadora franziu o cenho.
— Por que eu te contaria?
Você me causou todo esse mal e ainda quer me usar?
— Laura, acorda, você estar aqui não tem nada a ver comigo.
— E só porque você diz isso significa que é verdade?
Laura ainda não confiava nela.
— Pense bem, Laura, gastei tanto dinheiro para te tirar de lá porque eu queria que você me ajudasse.
Qual seria o sentido de te trazer para cá?
Isso fazia sentido.
— Vou confiar em você por enquanto, o que quer saber? Fala logo.
— A mesma pergunta. Como você entrou aqui? E a Tainá? Onde ela está?

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