Um minuto depois, a ação C começou a subir rapidamente, e dez minutos depois, sofreu um pequeno recuo.
— Devemos sair?
— Esperem até o tempo configurado.
Tainá disse, exalando confiança.
Os outros olhavam nervosamente para a tela, desejando poder impedir a queda da ação com as próprias mãos.
— Não fiquem nervosos, é inútil. A confiança ao operar ações vem de informações oportunas e de um julgamento preciso.
Quanto ao gráfico, por mais que encarem, não conseguirão alterar sua trajetória.
Alguns minutos depois, a ação começou a subir novamente, e eles suspiraram aliviados.
Logo chegou o momento que haviam configurado. A ação ainda estava subindo, mas Tainá já havia dado a ordem.
— Rápido, liquidem as posições.
— Ma... Mas a ação C ainda está subindo...
— Liquidem! Se demorarem mais, não vai dar tempo!
Tainá disse em voz alta.
Com certeza, em menos de meio minuto, a curva despencou.
— Uau! Que perigo, ainda bem que saímos.
— A Musa das Finanças é a Musa das Finanças, estou impressionado. Em meia hora, ganhei dois mil.
— O que tem de tão arrogante em ganhar só dois mil? O Carlos e a Tainá ganharam mais de cem mil cada um.
— Ganhar dois mil em tão pouco tempo já me deixa feliz, nosso capital é pequeno.
Quem disse isso foi Ana.
Todos estavam felizes com suas decisões anteriores. Aquilo era seguir a pessoa certa: não só podiam aprender muito, mas também ganhar dinheiro.
Como esses colegas estavam dispostos a brigar ao lado dela quando houve problemas, Tainá também estava disposta a deixá-los ganhar dinheiro.
— Aquela idiota da Bia, não acredito que ela desistiu no meio do caminho.
Bernardo Barros disse.
Por acaso ela não sabia que Tainá era a Musa das Finanças?
Mesmo o Rong Haoyu se aproximava por conta própria e não saía nem sendo enxotado, e ela, que já tinha embarcado no mesmo barco, decidiu sair ativamente.

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