— No caminho para o Instituto Politécnico de Áquila.
— Estou indo para aí agora mesmo.
Após ela desligar o telefone, Carlos Xavier perguntou: — O que aconteceu?
— Débora desapareceu, provavelmente foi sequestrada.
— Você está indo agora? Eu vou com você.
Disse Carlos.
— Eu também vou.
Ana também queria ir com Tainá.
O relacionamento deles com Débora não era tão próximo quanto o de Tainá, mas como ex-colegas de classe, todos vindos de Yunzhou, em um incidente tão grave era o correto ajudarem uns aos outros.
Quanto ao Rodrigo e aos outros, eles não conheciam Débora, então não havia necessidade de irem.
Quando Tainá e os outros saíram, o grupo ainda disse: — Se precisarem da nossa ajuda, liguem.
Se eles ajudassem, estariam ganhando favores com Tainá e Carlos.
— Ligaremos.
Quando Tainá e os outros dois chegaram ao portão da escola, os carecas já estavam esperando no carro.
Morgado e os guarda-costas de Carlos também entraram no carro, e eles seguiram para o Instituto Politécnico de Áquila.
Meia hora depois, o trio de Tainá se encontrou com o professor responsável no Instituto Politécnico de Áquila. Luna já estava lá esperando.
— Tainá, o que fazemos, o que fazemos?
Luna estava com a voz embargada pelo choro.
Ela era sincera com seus amigos, mas por ser inexperiente no mundo, não tinha ideias do que fazer.
— Somos amigos da Débora.
Ao ver o porte dos jovens, os carros luxuosos e os guarda-costas atrás deles, os dois responsáveis da escola perceberam que tinham origens importantes e não ousaram demonstrar o menor desrespeito.
— Com licença, quais são os seus nomes? E suas ocupações?
Os pais de Débora já haviam avisado antes e mencionado as identidades de algumas pessoas; eles precisavam verificar.
— Somos alunos da Universidade Central...
— Rápido, por favor, entrem.
— A que horas ela desapareceu, por favor?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão