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Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão romance Capítulo 706

A rede de contatos deles cobria todas as partes da Capital, então, bastava enviar uma localização e os rastreadores chegariam instantaneamente. Honestamente, a eficiência deles era muito maior que a das autoridades oficiais.

Por isso, comparado aos pais de Débora, Tainá confiava mais no julgamento deles.

— Façam como acharem melhor.

Exatamente nesse momento, o pai e a mãe de Débora chegaram. Eles trouxeram mais de dez guarda-costas e várias malas enormes.

Tainá sabia que devia estar cheio de dinheiro vivo.

— Tio, tia, antes de vocês chegarem, acessei o sistema do telefone de vocês. Se os sequestradores ligarem de novo, conseguirei rastreá-los.

No entanto, quando tudo isso passar, vocês precisarão trocar de número.

— Muito obrigada, Tainá, a tia sabe como você é capaz.

A tia Helena limpava as lágrimas.

— Agradeço também à Ana, ao Carlos Xavier e à Luna. Vocês terem vindo ajudar nos deixa muito gratos.

— Tia, também chamei um amigo da Capital para ajudar. Ele tem os melhores rastreadores trabalhando para ele.

Assim que os localizarmos, posso mandá-los investigar o paradeiro da Débora secretamente.

— Obrigada. Nunca imaginei que, estando na Capital há apenas dois meses, você já tivesse uma rede de contatos tão vasta.

Você já ajudou muito, nós somos incrivelmente gratos. Nós arcaremos com as despesas deles.

— Não vamos falar sobre despesas agora. Encontrar a Débora é a prioridade número um.

— Tio Dumont, o senhor acha que precisamos chamar a polícia?

— Não vamos chamar agora. A segurança da Débora é o mais importante, e nós já preparamos o resgate.

O que significava que eles preferiam pagar os 10 milhões e resgatar Débora do que criar complicações desnecessárias.

Quando Tainá mandou a foto do ‘homem suspeito’, Augusto disse: — É exatamente o meu amigo.

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