Isso sem contar as ações de Carlos Xavier no Grupo Céu Azul.
Embora seu desempenho não se comparasse ao de Tainá, entre os demais universitários, ninguém conseguia se igualar.
Tainá estava caminhando em direção ao refeitório, pensando em seus próximos compromissos, com o Careca e Morgado ocultos a pouca distância atrás dela.
A apenas vinte metros do refeitório, um vulto apareceu de repente à sua frente.
Com o hábito de praticar artes marciais há muito tempo, ela se esquivou inconscientemente e, num instante, desferiu um soco na direção da pessoa.
— Ah!
O vulto gemia de dor a uns três metros de distância.
Só então Tainá viu claramente que a pessoa era, na verdade, Jéssica Lopes.
— Você tem algum problema? O que está fazendo aparecendo de repente na minha frente sem nem avisar?
Isabella Werneck e Camila não se sabe de onde surgiram e ajudaram Jéssica a se levantar: — Tainá, como você pôde bater na sua prima?
— Bater nela? Eu ainda acharia perda de energia. Foi ela quem apareceu do nada sem avisar, achei que fosse uma assassina, sabiam?
As duas ficaram em silêncio... Que tipo de lógica era aquela? Será que... ela tinha paranoia de perseguição?
Mas, ao verem os guarda-costas atrás de Tainá, as duas, em um acordo silencioso, escolheram calar a boca.
Tainá olhou ao redor; por sorte, não havia muitas pessoas por perto naquele momento e ninguém estava prestando atenção ali.
Então, ela continuou a andar para frente.
— Pare aí!
Tainá se virou: — O que deseja, minha prima?
— Agora você está satisfeita?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão