— Fique tranquilo. Se eu fosse tão fácil de ser derrubado, você acha que eu teria sobrevivido até hoje?
O Sr. Branco disse com um sorriso.
— Quando isso terminar, voltarei para a República de Áquila, e lá não é o parquinho deles.
— É verdade, nosso país ainda é o mais seguro.
...
No dia seguinte, quando o grupo de Tainá estava saindo do hotel, encontraram Lorenzo Silva.
— Podemos conversar?
Ele perguntou a Lúcio e Tainá.
— Não temos o que conversar.
Lúcio respondeu, continuando a andar.
— Vocês vieram operar com valores mobiliários?
— Pense o que quiser.
— Na verdade, nós poderíamos cooperar.
No mundo dos negócios não existem inimigos eternos nem amigos eternos. Se nos unirmos, será uma aliança poderosa.
Lúcio estava prestes a recusar, mas Tainá respondeu: — Você acha que temos alguma chance de cooperar com o Igor Índigo?
Tainá deu a dica, restava ver como Lorenzo escolheria.
Após dizer isso, os dois continuaram em direção aos carros.
— Não têm medo que eu vaze a localização de vocês para o nosso país?
— Fique à vontade.
Observando os carros de Tainá se afastarem, Lorenzo ficou pensativo.
Ao lado dele, Igor encarou os carros desaparecendo, dizendo com ódio: — Ela quer jogar a gente um contra o outro.
— Você e eles realmente não têm chance de se reconciliar?
Lorenzo perguntou.
— Inimigos mortais!
Igor rangeu os dentes.
— Vamos vazar o paradeiro deles para o país?

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