Tainá não ficou muito tempo no dormitório antes de levá-las para baixo.
No caminho, Valentina comentou: — Tem mesmo gente que cria cachorro no seu dormitório? No nosso também tem.
A família dessa colega deve ser muito rica, não é?
Luna e Débora também estavam curiosas sobre isso.
— Aquela Isabella Werneck é a herdeira da Família Werneck da Capital.
— Não me admira. Ela paga um salário para aquela colega?
Perguntou Luna.
— Eu realmente não sei, mas, com certeza, deve haver algum benefício.
— Aquela colega (Camila) é o seu cachorrinho?
Perguntou Valentina.
— Não.
Tainá balançou a cabeça.
— Ela é, no máximo, minha subordinada.
Eu nunca escravizo meus colegas. Ela trabalha para mim por vontade própria e, além disso, eu nunca a trato mal.
Débora assentiu: — Que tipo de pessoa Tainá é, nós não saberíamos?
Ao saírem do portão do dormitório, Tainá disse a elas: — Não vamos ao refeitório agora, nós o veremos mais tarde quando formos comer.
Então, a próxima parada: vamos à biblioteca, ao Lago Wei ou à Torre de Cristal?
— Só precisamos dar uma olhada rápida nesses lugares, não vamos nos atrasar para ir à sociedade.
— Vamos de bicicleta, andar é muito devagar.
Disse Luna, apontando para as bicicletas ao lado.
— A sua escola também tem bicicletas? A minha também.
Disse Débora.
— Tainá, você é realmente incrível, trouxe tanta conveniência para todos.
— Isso se chama: facilitar a vida dos outros e facilitar a sua própria.
Tainá disse com um sorriso.
— Eu realmente me arrependo de não ter entrado nos negócios com você naquela época.

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