— O quê? Carlos Xavier é um grande chefe?
Gritou Valentina, sua linha de raciocínio sempre era diferente.
— Sim, ele vem da prestigiada Família Xavier de Yunzhou, e ainda tem sua própria grande empresa. É o pacote completo de um homem de elite, rico e bonito.
Então pare de ser um sapo querendo provar carne de cisne.
Débora lançou-lhe um olhar de soslaio.
— Hahaha... Carlos Xavier virou carne de cisne?
Luna deu uma risada.
— Como assim eu sou um sapo? Se eu sou um sapo, que tipo de coisa boa minha prima seria? Um urso ou um porco?
Valentina também se irritou. Essa prima sempre a desprezava. Antes ela até tolerava, mas hoje não sabia o que estava acontecendo, estava cada vez pior, xingando-a repetidamente.
Ela, Valentina Dumont, não era de se deixar pisar.
Débora avançou para bater nela, mas foi contida por Luna. Ela também não queria causar problemas na escola da Tainá, então se conteve.
— Pervertida, guarde essa sua cara nojenta, não passe vergonha na frente dos outros.
— Isso é a liberação da minha natureza, entendeu, hipócrita?
Débora rangeu os dentes de raiva. Tainá a aconselhou: — Deixe pra lá, ela não está na mesma sintonia que a gente, nunca vamos conseguir fazê-la entender a razão.
Poupe sua energia, contanto que ela não cause problemas, está tudo bem.
Claro, algumas dessas palavras Tainá disse em voz baixa. Felizmente, nenhuma delas continuou insistindo na briga.
— E aqueles caras bonitos que andam com ele?
Inacreditavelmente, mesmo depois de brigarem tanto, ela ainda estava pensando em caras bonitos! Essa prima da Débora era realmente... persistente.
Tainá simplesmente não conseguia entender como a beleza masculina podia viciar tanto alguém.
— Olha, prima, você já ouviu aquele ditado: os semelhantes se atraem?
Você acha que as pessoas que andam com Carlos Xavier seriam qualquer tipo de gentinha?
Luna explicou gentilmente.
— Eles não vão olhar para você, esqueça isso e procure outro alvo.

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