— Valentina, eu te digo uma coisa: todos os rapazes que você mencionou agora são deuses intocáveis, e todos eles têm o seu próprio orgulho.
Com uma deusa como a Tainá, namorar qualquer um deles seria um sucesso garantido. Mas se ela tentasse namorar mais de dois ao mesmo tempo, todos eles iriam embora.
Disse Luna.
— E se derem benefícios suficientes a eles?
Perguntou Valentina.
— Nem benefícios suficientes resolveriam.
Eles têm sua própria dignidade. O que eles querem, eles podem conseguir por conta própria, não seriam aproveitadores sustentados por mulheres.
Essa resposta foi dada por Tainá.
Enquanto conversavam, chegaram embaixo do prédio de Tainá.
— É aqui, vamos entrar.
— Tainá, a sua avó não vai se sentir incomodada?
Débora ainda estava preocupada que Valentina não tivesse noção e passasse vergonha.
— Não vai, ela adora a casa cheia.
Ao entrarem no apartamento, elas se depararam com a mesa de centro cheia de frutas.
— Você é a Débora, né? Nossa, e a Luna, finalmente conheço vocês duas.
Suzi sorriu ao cumprimentá-las.
— Suzi.
— Suzi!
— E ela é?
— Ela é a prima da Débora, veio passear com a gente.
— Que maravilha. Esta noite vou preparar uma comida deliciosa para vocês.
— A comida que a Suzi prepara é a minha favorita.
Disse Luna.
— Não vai ser muito cansativo para você?
Débora olhou para Tainá ao falar.
Eles haviam combinado originalmente de comer fora, com medo de que Suzi e Tia Marta ficassem muito cansadas.
— Não é cansativo, me deixa muito feliz só de ver vocês.
— Suzi, uma comida caseira simples já está ótimo.
Disse Tainá.
— E arrume tempo para contratar outra empregada doméstica.
— Onde está a avó?
Tainá perguntou a Suzi.
— Ela ainda está descansando.

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