Ao meio-dia, Jonas e sua recém-esposa vieram desejar Feliz Ano Novo a Suzi.
Quando eles se casaram, Suzi ficou brava porque Jonas não escolheu a garota que trabalhava como contadora, e nem sequer compareceu ao casamento. De qualquer forma, ela não planejava depender deles quando envelhecesse.
Suzi não foi, e também não deixou Tainá ir. Tainá pretendia ir escondida de Suzi, mas na época, ela estava ocupada com a bolsa de valores no País M.
Então, pediu à assistente que enviasse um presente de 100 mil reais em dinheiro.
Jonas comprou muitas coisas hoje. Ao entrar, tirou o casaco, lavou as mãos e foi direto para a cozinha preparar a comida.
A nova esposa se chamava Mariana. Suzi não queria dar atenção a ela, então Tainá, sem outra opção, foi recebê-la.
— Cunhada, sente-se, coma algumas frutas.
— Olá, Presidente Torres!
Embora Tainá a chamasse de cunhada, Mariana não ousava agir como se realmente fosse da família.
— Não temos presidente em casa, pode me chamar apenas de Tainá.
Mariana apenas sorriu, onde ela teria coragem de chamar a Presidente pelo nome?
Tainá deu o recado; a forma como Mariana a chamaria depois ficava a critério dela.
Durante o almoço, em respeito a Suzi, Tainá e a avó tentaram ao máximo amenizar o clima.
Quando Lúcio desceu para comer, o mestre lançou-lhe um olhar severo. Tainá apressou-se em dizer: — Deixe ele comer bastante para continuar ajudando a gente com o trabalho.
O mestre olhou para Lúcio: — Coma rápido, e volte ao trabalho assim que terminar.
— Sim, mestre.
Mestre Lago fuzilou Lúcio com o olhar: — Não me chame de mestre, eu não tenho um discípulo como você.
Como Jonas e a esposa estavam presentes, o mestre não dificultou mais as coisas para Lúcio durante a refeição.
Mas Lúcio também teve bom senso; assim que terminou de comer, subiu de volta.
A avó então disse ao Mestre Lago: — Mestre, é Ano Novo, o garoto já sabe que errou, deixe para lá.

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