No silêncio total, Valentina acordou de repente por causa de um pesadelo no meio da noite.
No sonho, havia um par de olhos frios e assustadores encarando-a, torturando-a de forma cruel.
Na vida passada, Henrique deu suas galerias, a empresa de entretenimento e o Grupo Cavalcanti que ele tinha tomado para Letícia...
Ódio, como não ter?
Valentina apertou os dentes de tanto ódio.
Ao analisar os negócios da família Bittencourt, as indústrias que eles possuíam eram várias. A empresa de tecnologia era a com as melhores chances de crescer, e agora que ela tinha renascido neste momento, ela ainda não estava no seu auge.
Valentina decidiu dar um passo à frente e comprar a fábrica de chips que Henrique pretendia comprar, roubando também a equipe principal de tecnologia dos Bittencourt. Essa era a chave para mudar a situação nessa nova vida.
Mas antes de tudo, ela precisava de dinheiro.
...
Na casa, a empregada Luísa costumava ser a primeira a acordar.
Ela precisava preparar o café da manhã dos quatro donos da casa, e também para ela e para o mordomo Joaquim, e depois ela iria à feira comprar as compras.
E hoje, quando acordou de manhã bem cedo, ela olhou atordoada e viu as costas finas sentadas na sala. Ela levou um susto na hora.
— Senhorita! Já acordou tão cedo?
— Luísa, ache os jornais desses últimos meses para mim, por favor.
— ... Tá bom. — Embora tenha achado estranho, Luísa não pensou muito a respeito, e trouxe um monte de jornais do canto da casa. — Para que a senhora quer esses jornais?
— Vai servir. — Depois de falar isso, Valentina segurou os jornais e voltou ao quarto apressada.
Ela abriu eles no chão do quarto para olhar.
O seu primeiro passo agora era comprar as fábricas de chips à beira da falência, baseada na memória da vida passada, e também algumas ações que com certeza teriam os preços lá em cima.
O problema é que ela não lembrava do nome da fábrica de chips. Valentina folheou as notícias em pequenos quadros no jornal, na esperança de ter uma ideia...
No meio tempo, seus pais e Leonardo acordaram. Sua mãe até trouxe o café da manhã para ela, pedindo que comesse rápido, mas ela pareceu não escutar.
Horas depois, os sons das notificações não paravam de tocar no celular, puxando-a de volta para a realidade.
Valentina pegou o celular para olhar. O grupo de riquinhos que Ricardo Lemos criou estava bem animado. E eles não paravam de falar em um nome: Letícia.
A respiração de Valentina parou ao ver esse nome de novo.
[Henrique foi jogado no mar por membros de uma máfia comercial e ainda tomou alguma droga. A família Bittencourt está lidando com as pessoas que estavam no barco naquele dia.]
[A família Bittencourt está muito grata a Letícia por salvar Henrique.]
[Parece que Henrique gostou da Letícia. Viram eles no restaurante tendo um encontro.]
[É sério?]
Alguém marcou Henrique.
Um monte de gente no grupo ficou animada.
Sobre isso, Henrique não respondeu no grupo.
...
Henrique teve relação com Valentina enquanto estava inconsciente.
Não era nenhuma surpresa que ele tivesse confundido as pessoas.
Valentina então lembrou que Leonardo também estava naquele grupo.
Ele também via enquanto falavam sobre Letícia.
Como esperado, Leonardo ligou pouco tempo depois. Era claro que ele já sabia:


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