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Uma nova chance para o Ceo romance Capítulo 217

Luna Narrando

Eu nem sei por onde começar, porque até agora meu coração tá batendo acelerado com tudo que vivi e vi. O casamento da Flora foi, sem dúvida, um dos momentos mais lindos e únicos da minha vida. Ver a minha irmã, a minha gêmea, aquela metade de mim que sempre foi tão forte, tão reservada, tão fechada pro amor por causa de tudo que já passou, ver ela se entregar completamente, de corpo e alma, ao Evan e ao amor, foi emocionante de um jeito que nem palavra consegue explicar direito.

Desde o começo do dia, eu já tava com aquele nó na garganta. Eu olhava pra ela no SPA, se arrumando, e pensava: “Caramba, é real, ela vai casar, ela vai ser feliz de verdade agora.” Eu via nos olhos dela aquele brilho que há muito tempo eu não via. E mesmo com o nervosismo, com a barriguinha já marcando no vestido, ela tava tão linda, tão plena, que eu me senti a irmã mais orgulhosa do mundo.

Na hora da cerimônia, então, eu mal consegui conter o choro. Eu fiquei ali, do ladinho, vendo cada detalhe, cada troca de olhar entre ela e o Evan. Vi o jeito que ele olhava pra ela no altar, como se o mundo tivesse parado. Vi a forma como ela sorria pra ele, como se todo o sofrimento do passado tivesse ficado lá atrás. E foi isso que mais me tocou. A Flora sempre foi uma mulher guerreira, marcada por dores que poucos sabem, mas ali, diante de todos, ela era só amor. Um amor leve, puro, cheio de esperança.

Quando o padre declarou eles marido e mulher e o Evan beijou a testa dela antes de beijar os lábios, eu senti um aperto tão forte no peito que as lágrimas simplesmente desceram. Era muita emoção. Eu sabia que a minha irmã merecia aquilo. Merecia esse amor inteiro, esse homem que fez questão de mostrar pra todo mundo o quanto ela era especial.

— Luna, olha como eles estão lindos — o Marcos falou baixinho no meu ouvido, enquanto a gente via os dois saírem da igreja de mãos dadas.

— Estão, eu nunca vi minha irmã tão feliz — respondi, com a voz embargada.

A festa então foi um capítulo à parte. O salão no Copacabana Palace tava deslumbrante. Cada detalhe da decoração parecia saído de um sonho: as flores brancas, as luzes douradas, o som suave da música. Era tudo tão elegante, tão cheio de amor em cada canto. Os convidados estavam encantados, e os sorrisos, as conversas, os abraços, tudo tinha um brilho diferente. Era um daqueles momentos que a gente sabe que vai guardar pra sempre.

Eu fiquei boa parte da festa observando. Observando minha irmã dançar com o Evan, rir com os convidados, se emocionar nos cumprimentos. Vi o jeito que ela acariciava de leve a barriga quando as pessoas falavam dos bebês. Vi o Evan todo protetor, atento a cada passo dela, como se o mundo lá fora não existisse. Era lindo de ver. Era como se tudo conspirasse pra aquele momento ser perfeito.

— Você tá bem, minha irmã? — perguntei em um momento em que consegui puxar ela de lado.

— Tô, Luna, tô tão feliz que parece que tô sonhando. — Ela respondeu com os olhos brilhando de emoção.

— Você merece, Flora. Você merece tudo isso e muito mais.

— Obrigada por estar aqui, por sempre estar do meu lado. Você e o Marcos são parte disso tudo.

A festa teve ainda aquele momento inesquecível da revelação dos nomes. Eu e Marcos fomos até eles, e fiquei de mãos dadas com o meu amor, sentindo aquela energia boa que só a família traz. Quando no telão apareceram os nomes “Asher e Ethan”, o salão veio abaixo de tanta emoção. Os avôs vibraram, se emocionaram, agradeceram com abraços e palavras sinceras. Eu mesma mal conseguia segurar as lágrimas, porque sabia o quanto aquele gesto significava pra todos.

Chegou a nossa vez. Eu e o Marcos trocamos um olhar cheio de cumplicidade, aquele olhar que diz tudo sem precisar de palavras. Era a hora de revelar os nomes das nossas meninas.

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