Vitória ignorou as viboras e olhou para Amélia com ternura:
— Amélia, querida, você está bem?
— Estou bem — respondeu Amélia, aliviada.
Vitória voltou-se para Célia:
— A senhora não devia ter vindo sozinha. Amélia ficou desesperada.
Quando Amélia soube que Célia tinha ido confrontar Sérgio, o pânico foi real. Vitória, sabendo que elas seriam massacradas naquele ninho de cobras, mobilizou seu exército pessoal imediatamente. Mas, infelizmente, chegou segundos atrasada para evitar o primeiro tapa.
— Desculpe preocupá-la, Sra. Vieira — disse Célia, de cabeça baixa.
"Sra. Vieira"?
Cláudia e Nádia congelaram. Por que a mãe da Amélia chamaria aquela jovem de "Sra. Vieira" com tanto respeito?
Cláudia soltou uma gargalhada histérica:
— Você a chamou de quê? Sra. Vieira? Isso é ridículo! Amélia, eu te avisei para ter cuidado com as amigas. Perdeu o marido e agora essa aí deve estar te usando.
Nádia, destilando veneno, completou:
— Uma divorciada com filho já é difícil de casar. Conseguiu um idiota para assumir, e agora sua "melhor amiga" roubou o tal Afonso de você? O que vocês fazem? Dividem o mesmo homem?
Vitória não esperou. Deu um passo à frente e estalou a mão na cara de Nádia.
— Cale essa boca imunda, sua cadela!
Nádia gritou de raiva e tentou revidar, mas sua mão foi interceptada no ar.
Vitória desferiu outro tapa, ainda mais forte, no outro lado do rosto. Nádia cambaleou, humilhada.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
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