Karina não aguentou. O instinto materno entrou em conflito com a realidade cruel.
Ela agarrou o braço de Igor, tremendo violentamente.
— Igor! Diz que é mentira! Diz que nossa filha não matou o próprio irmão!
Nádia viu o desespero da mãe e tentou usar isso.
— Mãe! — Ela se agarrou às pernas de Karina. — É tudo armação do Afonso! Ele quer me destruir! Acredite em mim! Eu sou sua filha!
Nesse momento, a porta se abriu.
Franciely entrou, elegante e séria. Nas mãos, uma caixa de veludo.
— Com licença. — Ela disse, ignorando o drama. — Nádia, sinto muito. O Sr. Afonso foi muito... persuasivo. E eu não vou para a cadeia por sua causa.
Ela abriu a caixa.
O colar brilhava sob as luzes da delegacia. A prova do crime.
— Aqui está o comprovante da transferência bancária de oito milhões. — Franciely entregou os papéis ao delegado. — Data de seis meses atrás. Conta pessoal de Nádia Sousa.
Franciely olhou para Nádia com pena.
— Você me disse que precisava de dinheiro rápido para dívidas de jogo. Eu ajudei. Agora devolva meus oito milhões.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
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