O aperto no peito de Sérgio era sufocante, mas ele não podia se dar ao luxo de desabar. O Grupo Barros dependia dele. — Eu preciso encontrar o CEO do Grupo GZ — decidiu, engolindo o orgulho. — É tudo ou nada.
...
O salão de festas do Grupo Sousa reluzia a ouro e cristal. A elite do País Alfa estava em peso, todos vibrando com a expectativa de ver o rosto do misterioso magnata do Grupo GZ.
— Viu as notícias, Sebastião? — O velho Natanael Vieira estava eufórico e autoritário. — Essa é a nossa chance. Você vai colar nesse CEO e não vai soltar até conseguirmos uma parceria.
Sebastião estremeceu. As lembranças da surra que levou na recepção do Grupo GZ ainda doíam. — Vovô, aquele povo é perigoso. Se uma recepcionista lá é ninja, imagina o chefe! E se ele me humilhar na frente de todo mundo?
— Deixa de ser frouxo! — Natanael bufou. — O Grupo Vieira está sangrando. Se não conseguirmos esse contrato, vamos afundar. Você vai falar com ele nem que eu tenha que te arrastar!
— Mas eu chamei o Afonso... digo, chamei reforços! — tentou argumentar Sebastião.
— O Afonso? Aquele traidor? Vamos logo! — Natanael puxou o neto pela orelha, ignorando seus protestos, adentrando o salão como um general em guerra.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
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