Entrar Via

Zoé Santos:A Fênix de Cidade R romance Capítulo 219

— De onde é esse chocolate com licor? — Norberto Prudente raramente sentia vontade de comer algo, mas naquele momento, mostrou interesse incomum. — Me manda onde comprar, depois quero levar para as duas mulheres lá de casa.

Especialmente por causa daquele licor dentro do chocolate.

Norberto Prudente já tinha provado muitos licores raros, mas nenhum tinha deixado nele lembrança tão marcante quanto aquele, escondido dentro do chocolate.

Zoé Santos sorriu, com um ar despreocupado.

— O que você acabou de comer, custa uns duzentos mil reais, por aí.

— …

O poderoso Comandante Norberto ficou chocado, sem palavras, olhando para ela como se tivesse ouvido um absurdo.

Zoé Santos passou a língua pelos lábios e, sorrindo com leve provocação, perguntou:

— Será que você aguenta pagar?

— …

Naquele instante, Norberto Prudente finalmente entendeu o que Zoé Santos quis dizer com “muito dinheiro”... E percebeu o quão distante ele estava desse patamar.

Nem precisava perguntar, um chocolate desse preço só podia ter sido presente de “alguém”.

Os projetos sob o comando de Norberto giravam sempre na casa dos bilhões, e seu patrimônio era realmente espantoso. Mas ele tinha muitos compromissos.

A vida, apesar de confortável, era apertada.

Certamente não se atrevia a gastar assim, sem nenhum critério.

Zoé Santos observou a expressão dele, como se ele nunca tivesse visto algo assim, e soltou um “tsc”.

Depois, tirou da bolsa uma caixa do mesmo chocolate com licor, inclinando a cabeça:

— Para a tia Sabrina e para a sua menininha.

Norberto Prudente olhou para a caixa, depois para ela.

Seus olhos afiados se estreitaram, analisando-a.

— Quem te deu isso foi um homem, não foi? Tão generoso assim... Você sabe o que ele quer de verdade?

Zoé Santos ficou em silêncio por um instante.

Essas pessoas... Pensam rápido demais.

— E você ainda teve coragem de aceitar? — Norberto Prudente parecia incrédulo. — Não tem medo de se comprometer?

— …

Zoé Santos arqueou uma sobrancelha.

— Fala muito, viu? Então não quer mais.

Quando estava prestes a recolher a caixa, Norberto a tomou da mão dela, sem cerimônia.

— Quem disse que não quero? — O Comandante Norberto não hesitou, e, pela primeira vez, quis saber da vida pessoal de Zoé Santos: — Quem é esse homem?

— …

Zoé Santos não respondeu.

Ajeitou-se no banco, abaixou a aba do boné para cobrir o rosto e fechou os olhos.

— Me chama quando chegar.

Norberto Prudente insistiu, preocupado:

— Fica esperta com quem é muito prestativo assim. Gente que faz essas coisas nunca tem boas intenções.

Zoé Santos virou o rosto, segurando a aba do boné, e o olhou de canto de olho:

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Zoé Santos:A Fênix de Cidade R