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"Bem, ela é meu anjo, e, mesmo que tenha se tornado um demônio, ainda cumprirei tudo o que ela desejar. Foi uma promessa que fiz a ela." Com esse pensamento, Thiago conteve seu choque, assentiu e disse: "Entendido. Vou providenciar tudo agora mesmo."
Após encerrar a ligação, guardou o celular e caminhou em direção ao departamento de obstetrícia e ginecologia.
Pouco depois, uma enfermeira avisou Cassandra de que era sua vez de entrar na sala de cirurgia.
Levantando-se, ela encarou a porta à frente, mas sentiu o corpo hesitar. Pensava em Bertie, na forma como ele se comportava e no carinho doce que demonstrava. Essas memórias traziam à tona um encanto especial em relação à maternidade. Além disso, ela estava prestes a completar vinte e sete anos, uma idade em que muitas lobas já eram mães de vários filhos.
Se tivesse se unido a Thaddeus e construído uma família, seu filho agora teria quase a mesma idade de Bertie. Talvez até fosse mais adorável.
Por um instante, Cassandra olhou para sua barriga, incapaz de tomar a decisão.
Quentin percebeu sua hesitação, aproximou-se e perguntou: "Querida, o que houve?"
"É, Cassandra, está tudo bem?" Harvey também se levantou da cadeira, indo ao seu lado.
Respirando fundo, ela admitiu o que sentia naquele momento: "Eu... não consigo abortar essa criança."
Quentin e Harvey se entreolharam.
Quentin quebrou o silêncio. "Por que isso, Cassandra? Esse bebê pode dificultar seu caminho para se tornar uma Alfa."
Harvey também a encarava, esperando pela resposta.
Cassandra abaixou a cabeça. "Talvez eu não consiga ser tão cruel assim."
"Entendo. Afinal, é uma vida. Mas a cirurgia já foi marcada, Cassandra, e você precisa seguir adiante," disse Harvey em tom sério. Gostava dela, mas isso não significava que aceitava o filho de outro.
Quentin assentiu, concordando. "Exato. Sempre pensei que não deveríamos manter essa criança. Por que trazer ao mundo o filho de alguém que você sequer conhece? Mas se realmente quiser mantê-la, respeito sua decisão."
A mão de Cassandra, pousada em seu ventre, apertou-o levemente. Eles estavam certos. Por que criar o filho de um estranho? Só porque Bertie é adorável, não significava que ela devia se apegar a uma criança desconhecida e ilegítima.
Tomada por essa reflexão, esboçou um sorriso forçado. "Vocês têm razão. Eu precisava ouvir isso. Vou entrar agora."
Quentin e Harvey suspiraram de alívio ao vê-la retomar a decisão inicial.
"Tudo bem. Estaremos esperando aqui fora," disse Quentin, colocando uma mão em seu ombro em apoio.
Cassandra assentiu, murmurando uma confirmação e entrando na sala de cirurgia.
Pouco depois, um médico entrou acompanhado por enfermeiras.
Harvey reparou no médico de máscara verde e touca, deixando pouco do rosto à mostra, e coçou o queixo, intrigado.
Percebendo isso, Quentin perguntou: "Algum problema?"
Harvey olhou para a porta da sala de cirurgia, que se fechava lentamente. "Acho que já vi aquele médico antes."
Quentin descartou a ideia. "Deve tê-lo visto quando chegamos."
"Pode ser," disse Harvey, assentindo. Não conseguia lembrar exatamente de onde, então deixou o pensamento de lado e sentou-se.
De repente, ouviram o som de rodinhas rolando pelo chão. Ao se virarem, viram Thaddeus sendo empurrado por seu Beta.
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A ascenção da Luna
Que pena, estava gostando do livro... Da força da Cassandra, aí de repente uma cena p o imbecil se transformar em herói?!?!...