Os olhos devoradores de Alex pularam sobre mim. Ele olhou os meus seios e mordeu os lábios, depois desceu os olhos lentamente para baixo até parar na entrada do paraíso. E foi lá que os olhos dele ficaram contemplando até eu ficar ofegante.
— Vem!— eu implorei desesperada.
Alex veio na minha direção desabotoando a camisa, depois abriu o zíper da calça e libertou o gigante pulsante. Ele mal conseguia segurar o seu membro. Estava num desespero, falando ao meu ouvido:
— Tá doendo de vontade de você!
Eu sorri e segurei o rosto dele.
— Eu também estou com muita vontade, até estou tremendo!
Alex sorriu olhando para a minha boca e disse:
— Calma! Eu vou matar a sua vontade!
Meu corpo foi jogado para trás e eu senti o leito me acolher, enquanto os lábios de Alex deslizavam passando rapidamente por entre os meus seios, domados pelas mãos fortes que os seguravam.
Ele parou entre as minhas pernas e roçou maliciosamente o meu clitóris inchado de desejo.
A língua quente e úmida me penetrou, arrancando gemidos altos da minha boca.
Alex me sugava como se estivesse no deserto e finalmente tivesse encontrado uma fonte de água. Eu ouvia o som das suas investidas e sentia mais prazer. A minha lubrificação já escorria através da minha virilha, e as minhas pernas suspensas, se viam cansadas.
Eu quis relaxá-las, mas Alex as assegurou, sem parar o que estava fazendo.
— Alex…— eu sussurrei cobrindo a boca com as mãos.
Ele veio sorrindo e me penetrando devagar.
— O preservativo!— eu lembrei.
Ele não se importou e avançou para dentro de mim com força.
— Alex, não!— eu supliquei.
Ele me encarou sério fazendo pressão entre as minhas pernas com o seu quadril e disse:
— Esse é o meu plano, engravidar você para obrigá-la a se casar comigo!
Eu tentei em vão me libertar, então, como não consegui, indaguei:
— Porque, se eu não tenho nada a te oferecer!
Alex riu cinicamente e disse:
— Então confessa que engravidou por interesse, não é? Não era só o plano da sua mãe, era o seu também!
— Que diferença isso faz?— eu disse o empurrando.
Alex fechou os olhos e pressionou o seu membro mais para dentro de mim, me causando incômodo.
— Faz toda a diferença!— ele disse me olhando nos olhos, sério.
Engoli em seco e argumentei:
— Eu fugi do altar, não fugi? Eu te libertei, então se case com quem quiser!
— Eu quero você!— Alex disse isso olhando a minha boca entreaberta.
Eu desisti de lutar, relaxei e abri os braços sobre o leito macio dizendo:
— Eu estou aqui, do jeito que você gosta, sem te cobrar nada! Então, vem! Eu quero gozar!
Alex ficou desesperado, sem saber o que fazer, se mexia num sobe e desce frenético. O seu membro parecia inflar dentro de mim.
— Louca!!— ele sussurrou.
— Eu sou!— eu suspirei fechando os olhos e sorrindo.
Será que foi assim que Giorgia disse para eu me comportar? A submissão na cama me excitou muito.
Alex me beijou gemendo dentro da minha boca.
De repente, eu ouvi o som da porta abrindo-se e viramos rapidamente para ver quem era.
Max trazia Adriana abraçada a ele e nos olhava reprovador. A mulher sorria sarcástica.
— Que lindo! O juiz e a babá! Perfeito!
Max filmou o meu corpo rapidamente e saiu arrastando a juíza.
Adriana tirou toda a roupa, até a peça íntima e ficou rindo da expressão de desespero do Max.
— Você está embriagada!— ele disse olhando no meio das pernas dela.
— Eu sei o que estou fazendo! Você me desejou quando me viu pela primeira vez! Então vem! O que você queria fazer comigo, hein?
Max meneou a cabeça e começou a desabotoar a camisa de seda preta.
Adriana ficou mordendo os lábios. Max começou a falar o que vinha no seu coração:
— Eu não posso ter a única mulher que eu sempre amei, então dane-se!
Adriana franziu a testa e indagou curiosa:
— Não está falando da franguinha, está?
Max falava estranho, enquanto se aproximava seminu:
— Eu era franguinho e ela também, só que era casada!
Adriana ficou boquiaberta, o instigando:
— Então teve uma franguinha no passado do Don Juan! Que interessante!
Max já estava totalmente despido quando chegou sobre o corpo de Adriana na cama. Ele parecia ver outra pessoa.
— Pervertida!—ele disse segurando o rosto de Adriana, olhando a sua boca com desejo.
Adriana riu maliciosa, tentando extrair segredos ocultos do Max:
— E o quê eu fiz para ser pervertida! Me conta essa história!
Max a olhou fixamente e respondeu:
— Eu não bebi tanto assim! Vou apagar o seu fogo, mas é em outra que vou estar pensando!
Adriana ergueu as pernas para enlaçar os quadris de Max e disse sorrindo sarcástica:
— Eu não sou ciumenta! Venha logo, idiota!

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