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A Babá e o Juiz romance Capítulo 67

Os olhos devoradores de Alex pularam sobre mim. Ele olhou os meus seios e mordeu os lábios, depois desceu os olhos lentamente para baixo até parar na entrada do paraíso. E foi lá que os olhos dele ficaram contemplando até eu ficar ofegante.

— Vem!— eu implorei desesperada.

Alex veio na minha direção desabotoando a camisa, depois abriu o zíper da calça e libertou o gigante pulsante. Ele mal conseguia segurar o seu membro. Estava num desespero, falando ao meu ouvido:

— Tá doendo de vontade de você!

Eu sorri e segurei o rosto dele.

— Eu também estou com muita vontade, até estou tremendo!

Alex sorriu olhando para a minha boca e disse:

— Calma! Eu vou matar a sua vontade!

Meu corpo foi jogado para trás e eu senti o leito me acolher, enquanto os lábios de Alex deslizavam passando rapidamente por entre os meus seios, domados pelas mãos fortes que os seguravam.

Ele parou entre as minhas pernas e roçou maliciosamente o meu clitóris inchado de desejo.

A língua quente e úmida me penetrou, arrancando gemidos altos da minha boca.

Alex me sugava como se estivesse no deserto e finalmente tivesse encontrado uma fonte de água. Eu ouvia o som das suas investidas e sentia mais prazer. A minha lubrificação já escorria através da minha virilha, e as minhas pernas suspensas, se viam cansadas.

Eu quis relaxá-las, mas Alex as assegurou, sem parar o que estava fazendo.

— Alex…— eu sussurrei cobrindo a boca com as mãos.

Ele veio sorrindo e me penetrando devagar.

— O preservativo!— eu lembrei.

Ele não se importou e avançou para dentro de mim com força.

— Alex, não!— eu supliquei.

Ele me encarou sério fazendo pressão entre as minhas pernas com o seu quadril e disse:

— Esse é o meu plano, engravidar você para obrigá-la a se casar comigo!

Eu tentei em vão me libertar, então, como não consegui, indaguei:

— Porque, se eu não tenho nada a te oferecer!

Alex riu cinicamente e disse:

— Então confessa que engravidou por interesse, não é? Não era só o plano da sua mãe, era o seu também!

— Que diferença isso faz?— eu disse o empurrando.

Alex fechou os olhos e pressionou o seu membro mais para dentro de mim, me causando incômodo.

— Faz toda a diferença!— ele disse me olhando nos olhos, sério.

Engoli em seco e argumentei:

— Eu fugi do altar, não fugi? Eu te libertei, então se case com quem quiser!

— Eu quero você!— Alex disse isso olhando a minha boca entreaberta.

Eu desisti de lutar, relaxei e abri os braços sobre o leito macio dizendo:

— Eu estou aqui, do jeito que você gosta, sem te cobrar nada! Então, vem! Eu quero gozar!

Alex ficou desesperado, sem saber o que fazer, se mexia num sobe e desce frenético. O seu membro parecia inflar dentro de mim.

— Louca!!— ele sussurrou.

— Eu sou!— eu suspirei fechando os olhos e sorrindo.

Será que foi assim que Giorgia disse para eu me comportar? A submissão na cama me excitou muito.

Alex me beijou gemendo dentro da minha boca.

De repente, eu ouvi o som da porta abrindo-se e viramos rapidamente para ver quem era.

Max trazia Adriana abraçada a ele e nos olhava reprovador. A mulher sorria sarcástica.

— Que lindo! O juiz e a babá! Perfeito!

Max filmou o meu corpo rapidamente e saiu arrastando a juíza.

Adriana tirou toda a roupa, até a peça íntima e ficou rindo da expressão de desespero do Max.

— Você está embriagada!— ele disse olhando no meio das pernas dela.

— Eu sei o que estou fazendo! Você me desejou quando me viu pela primeira vez! Então vem! O que você queria fazer comigo, hein?

Max meneou a cabeça e começou a desabotoar a camisa de seda preta.

Adriana ficou mordendo os lábios. Max começou a falar o que vinha no seu coração:

— Eu não posso ter a única mulher que eu sempre amei, então dane-se!

Adriana franziu a testa e indagou curiosa:

— Não está falando da franguinha, está?

Max falava estranho, enquanto se aproximava seminu:

— Eu era franguinho e ela também, só que era casada!

Adriana ficou boquiaberta, o instigando:

— Então teve uma franguinha no passado do Don Juan! Que interessante!

Max já estava totalmente despido quando chegou sobre o corpo de Adriana na cama. Ele parecia ver outra pessoa.

— Pervertida!—ele disse segurando o rosto de Adriana, olhando a sua boca com desejo.

Adriana riu maliciosa, tentando extrair segredos ocultos do Max:

— E o quê eu fiz para ser pervertida! Me conta essa história!

Max a olhou fixamente e respondeu:

— Eu não bebi tanto assim! Vou apagar o seu fogo, mas é em outra que vou estar pensando!

Adriana ergueu as pernas para enlaçar os quadris de Max e disse sorrindo sarcástica:

— Eu não sou ciumenta! Venha logo, idiota!

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