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A BABÁ GRÁVIDA DO CEO romance Capítulo 108

POV: LAUREN

O ar ficou denso entre nós, carregado de eletricidade e desejo. Meu coração martelava contra as costelas, e minha respiração tornou-se errática quando o calor do corpo dele se fundiu ao meu. O cheiro amadeirado e másculo de Henry me envolveu, despertando um anseio insaciável que fez minha pele arder.

— Henry... — minha voz saiu em um sussurro vacilante, entre a hesitação e a entrega.

Seus olhos, intensos e carregados de luxúria, capturaram os meus. Eles eram como um fogo inescapável, consumindo qualquer resquício de resistência que eu ainda pudesse ter. Meu corpo pulsava sob seu toque, cada centímetro de pele sensibilizado pela passagem ardente de seus dedos. Ele deslizou as mãos firmes pela curva da minha cintura, pressionando-me ainda mais contra si, e um arrepio delicioso correu pela minha espinha.

— Pare de fugir do que deseja, Lauren. — Sua voz era baixa, rouca, embriagante. Sua boca ficou perigosamente próxima da minha, e a promessa em suas palavras me fez prender o ar. — Você me quer tanto quanto eu quero você. Diga sim… e seja minha.

Mordi o lábio, meu corpo já respondendo antes mesmo que minha mente assimilasse a entrega iminente. Minhas pernas estavam trêmulas, meu ventre se contraiu em expectativa, e o calor entre nós era quase insuportável.

— E depois? — murmurei, incapaz de conter o estremecimento que percorreu minha pele ao sentir a ponta do nariz dele roçar minha bochecha.

Henry sorriu, um sorriso carregado de malícia e promessa. Seus lábios quentes tocaram minha pele com beijos demorados, um de cada lado do rosto, deixando um rastro de fogo em seu caminho.

— Depois… — sua voz era um sussurro contra minha boca — fazemos de novo.

Ele roçou os lábios nos meus, mas sem me beijar de verdade, provocando-me, testando minha paciência, dominando cada batida descompassada do meu coração.

— E de novo... — murmurou, sua respiração misturando-se à minha.

Suas mãos deslizaram até minhas costas, me puxando para um encaixe perfeito, enquanto sua boca finalmente tomava a minha com voracidade. O beijo foi profundo, faminto, urgente. Minha pele ardeu ao sentir suas mãos explorando cada curva, e um suspiro escapou por entre nossos lábios.

— Para compensar o tempo perdido — ele completou, a voz carregada de promessas indecentes.

Eu já não sabia mais onde terminava e onde ele começava. Eu o queria. Eu o desejava. E, naquele momento, nada mais importava.

Eu sorri contra sua boca, entregando-me ao beijo que começou intenso, mas ainda assim lento, provocante. Henry tomava seu tempo, se aprofundando gradualmente, explorando cada canto da minha boca com uma fome controlada, saboreando-me, dominando cada suspiro que escapava dos meus lábios. Seus dedos pressionavam minha cintura, puxando-me contra ele, e o contato com sua ereção rígida fez meu ventre se contrair em puro anseio. Meu corpo reagia a cada toque, minha pele arrepiando-se sob a posse firme de suas mãos.

Meus seios estavam sensíveis, meus mamilos rígidos e necessitados, ansiando pelo calor da sua boca. Sua palma deslizou por minha blusa, encontrando um deles, apertando-o com firmeza, arrancando um gemido entrecortado da minha garganta. Minha respiração acelerou, misturando-se à dele, o desejo crescendo entre nós como um incêndio prestes a consumir tudo.

— Henry Carter, me faça sua! — minha voz saiu em um gemido sofrido contra sua boca.

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