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A BABÁ GRÁVIDA DO CEO romance Capítulo 109

POV: LAUREN

Um ofego escapou de mim. Meu corpo latejava, minha respiração se tornou irregular, e o calor entre minhas pernas era insuportável.

Henry sabia exatamente o que estava fazendo comigo. E eu não queria que ele parasse.

— Tão pronta para mim, minha Becker. — A voz de Henry saiu rouca, carregada de desejo e posse. Seu olhar escuro me devorava enquanto seus dedos deslizavam lentamente pelo tecido fino da minha calcinha, afastando-o apenas o suficiente para expor minha intimidade à sua exploração.

O simples roçar da ponta do seu dedo sobre minha pele já me fez arfar, e um gemido entrecortado escapou dos meus lábios. Um riso abafado e satisfeito vibrou em seu peito ao perceber minha reação imediata.

— Calma, pequena… — ele murmurou, os lábios curvando-se em um sorriso carregado de malícia. — Estamos só começando. Eu quero te saborear inteira.

— Henry… — seu nome saiu da minha boca em um gemido manhoso quando seus dedos começaram a deslizar pela minha fenda, explorando-a com movimentos provocantes, sem se aprofundar.

Ele contornava meu clitóris com o polegar, pressionando-o levemente apenas para me torturar, arrancando arrepios e tremores que percorriam todo o meu corpo. Agarrei os lençóis, minha pele quente, meu corpo implorando por mais.

— Isto é tortura… com uma grávida cheia de hormônios — ofeguei, incapaz de conter a urgência na minha voz.

Henry riu, mas não havia suavidade naquele riso, apenas a certeza absoluta de que ele tinha total controle sobre meu prazer.

— Não, minha linda. Isso… é tortura. — Sua voz soou presunçosa antes que sua boca descesse, e, sem aviso, sua língua quente mergulhou fundo em mim ao mesmo tempo que um de seus dedos me invadia.

Soltei um grito, meu quadril se erguendo em busca de mais, de tudo que ele pudesse me dar. Mas Henry era mais forte. Com um único movimento, ele me puxou de volta para baixo, me segurando firme contra o colchão com um dos braços, me mantendo exatamente onde queria.

Seus lábios envolveram meu clitóris, beijando-o com desejo, sugando com intensidade enquanto sua língua brincava com ele em círculos deliciosos. Seu dedo se movia dentro de mim com estocadas lentas e ritmadas, preparando-me para mais.

— Carter… — Eu gemi, minha voz embargada de tesão, o corpo se contorcendo sob ele.

Henry não parou. Seu segundo dedo deslizou para dentro de mim, acompanhando o primeiro, aumentando a pressão e o ritmo. Seu polegar continuava a massagear meu ponto mais sensível, e o calor crescente entre minhas pernas ameaçava me consumir.

Minha respiração era descompassada, minha pele úmida e febril. Eu me agarrava a ele, aos lençóis, ao que fosse necessário para me ancorar naquela onda de prazer avassalador.

— Meu Deus… — Eu arfei, minha cabeça tombando para trás enquanto um grito de puro prazer escapava da minha garganta.

Minhas costas arquearam, meu corpo inteiro se entregando a ele sem reservas. E Henry sabia. Ele sentia cada espasmo, cada tremor de antecipação. E não pararia até me levar ao limite.

— Me dê tudo, Lauren. — A voz de Henry soou rouca entre minhas pernas, carregada de desejo e autoridade. Seu olhar queimava sobre mim enquanto sua boca me devorava com fome, sem hesitação, sem piedade. Eu estava entregue, perdida, à beira do abismo, pronta para me libertar.

— Tão gostoso sentir você se contraindo assim… — Ele murmurou contra minha pele, sua respiração quente enviando arrepios por todo o meu corpo. — Goza para mim, Lauren.

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