Entrar Via

A BABÁ GRÁVIDA DO CEO romance Capítulo 65

POV: LAUREN

Torci as mãos nervosa, sentindo minha garganta apertar. Me virei lentamente para ele, meus olhos marejados encontraram os dele. Sua expressão, antes carregada de autoridade, suavizou levemente. Ele esticou a mão na minha direção.

— Vem aqui. — Henry falou firme, não era um pedido, era uma ordem.

Meu corpo reagiu antes que minha mente processasse, e, sem pensar, me aproximei, colocando minha mão na sua. Henry me puxou para perto demais, sua mão quente pousando firme no meu quadril. A outra deslizou devagar pelo meu braço, subindo até alcançar meu queixo, segurando-o com delicadeza, mas sem me dar espaço para recuar.

— Apenas fale, Becker. — Ele disse baixo e rouco, carregada de algo que eu não conseguia nomear.

Meu peito subiu e desceu rápido. Meu coração batia forte, confuso, perdido naquele olhar penetrante.

— Por que me protegeu daquele jeito, Henry? — Minha voz saiu trêmula. A lembrança da cena voltou com força, o medo, o som do disparo, o sangue... Meu corpo reagiu, um arrepio atravessou minha pele. Henry percebeu e me puxou um pouco mais para perto.

— Você não me deve nada, não tem obrigações comigo... Poxa, eu sou só sua babá. — Eu continuei tentando ignorar a proximidade sufocante entre nós.

Seus dedos apertaram levemente minha cintura.

— Não, Lauren. Você não é. — Henry ressoou em uma intensidade que me fez prender a respiração.

Meus pelos se arrepiaram. Meu corpo, involuntariamente, se inclinou para frente, meus lábios perigosamente próximos dos dele.

— Então, o que eu sou para você, Henry? — Eu murmurei.

Minha mão subiu hesitante, meus dedos tocaram seus cabelos desgrenhados, afagando levemente. Ele continuou imóvel, apenas me observando. Seus olhos escuros percorriam meu rosto, como se estivesse analisando cada detalhe, cada pequena reação minha.

— Porque eu não compreendo... — Eu continuei, minha voz quase um sussurro. — Como um homem como você, com tanto a perder, se colocou na frente de uma arma por mim?

O silêncio entre nós se estendeu por alguns segundos. Meu coração batia forte contra meu peito, e eu sentia cada músculo do meu corpo tenso. O calor das mãos de Henry sobre mim era uma âncora, me mantendo presa naquele momento.

— Talvez porque você signifique mais do que imagina, Becker. — Ele repetiu, sua voz grave e envolvente, cada palavra parecendo carregar um peso maior do que eu conseguia suportar.

Engoli em seco, sentindo meu peito se apertar.

— Henry... — Eu murmurei, incerta sobre o que dizer ou sentir.

Ele deslizou a mão até minha cintura, segurando-me firme.

— Você é minha esposa agora. — Ele disse, sua voz baixa, mas firme. — Mesmo que seja um contrato, eu a protegerei. Isso não é uma opção, é um fato.

Eu arregalei os olhos, sentindo uma onda de confusão misturada com algo que eu não queria nomear.

— Mas... isso não faz sentido. — Tentei argumentar, minha voz quase um sussurro.

— Faz para mim. — Ele rebateu sem hesitar.

Minha respiração falhou.

— Eu falei sério sobre cobrir suas dívidas. — Henry continuou, os dedos apertando levemente minha cintura, como se quisesse me manter ancorada nele. — Não quero que você viva com medo de ser atacada de novo. Se eu posso evitar isso, então farei.

Eu balancei a cabeça, sem conseguir acreditar no que estava ouvindo.

— Você não precisa fazer isso por mim.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A BABÁ GRÁVIDA DO CEO