Entrar Via

A BABÁ GRÁVIDA DO CEO romance Capítulo 70

POV: HENRY

Ela corou.

Eu deveria fingir que não percebi, mas a satisfação tomou conta de mim. Lauren tentava manter a compostura, mas eu conhecia cada sinal de sua hesitação. O jeito que desviava o olhar, como mordia o lábio ao tentar esconder a reação… Tudo nela gritava que, por mais que tentasse se afastar, já estava envolvida.

Inclinei levemente a cabeça, observando-a com diversão.

— Calma, Sra. Becker. Só estou te convidando a ficar e descansar. — Eu provoquei, deixando meu tom mais baixo, arrastado. — Contenha essa mente maliciosa.

Lauren arregalou os olhos, a boca abrindo como se quisesse protestar.

— Eu não... — Eu engoliu em seco, os ombros tensionados. Quando finalmente me encarou, sua pele estava tingida de vermelho, a respiração um pouco irregular. — Sr. Carter, isso está ficando íntimo demais.

O nervosismo em sua voz só me instigou mais.

— E qual o problema nisso? — Eu retruquei, firme, sentando-me na cama e ajustando os travesseiros atrás das costas.

Meus olhos percorreram o rosto dela, observando cada detalhe. Os lábios entreabertos, a forma como sua garganta se movia ao engolir, o sutil tremor em seus dedos.

— Além do mais — Eu continuei arrastando as palavras propositalmente —, faz parte do nosso acordo você dormir comigo em meu quarto.

Ela cruzou os braços, claramente tentando se manter firme.

— À noite! — Ela rebateu, hesitante, os olhos brilhando em desafio.

— A qualquer horário, Lauren. — Dessa vez, minha voz saiu mais grave. Suave, mas carregada de um significado que ela entendeu imediatamente.

Toquei seu queixo com a ponta dos dedos, sentindo sua pele quente sob o meu toque. Ela ficou tensa, mas não se afastou.

Aproveitei o momento e deslizei o dedo lentamente pelo contorno de seu rosto, sentindo a textura macia de sua pele.

Ela respirou fundo.

Suas pálpebras tremeram por um instante, como se estivesse lutando contra a própria reação.

— Não precisa fugir de mim. — Eu murmurei, mantendo os olhos fixos nos dela. — A menos que...

Inclinei o rosto ligeiramente, diminuindo a distância entre nós.

— O quê? — Lauren franziu o cenho, mas não recuou.

Sorri de canto, satisfeito.

— Que está fugindo de si mesma. — Eu respondi sagaz e sensual.

Ela bufou, os braços cruzados em uma tentativa frágil de demonstrar firmeza.

— Isso não faz sentido! — protestou ela, seu corpo se agitando em uma inquietação sutil. — Eu só não quero complicar as coisas. Você é o meu chefe.

— Faz todo o sentido. — Eu inclinei-me ligeiramente, deixando minha respiração quente roçar seu pescoço.

Ela travou a mandíbula, fechando os olhos por um breve segundo, como se tentasse afastar a sensação. Mas o arrepio em sua pele a traiu.

— Henry, você precisa comer e tomar os remédios. —A voz de Lauren saiu um pouco mais baixa do que antes.

Ah, então essa era a tática dela? Mudar de assunto, fingir que nada estava acontecendo?

A observei por um instante, o canto da minha boca se erguendo em diversão.

— Me alimente então. — Eu falei por fim, dando de ombros.

Os olhos dela se arregalaram.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A BABÁ GRÁVIDA DO CEO