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A Escolha Certa com o CEO Errado romance Capítulo 65

Antes que Vivienne possa reagir, Dominic a gira na cama com uma precisão quase predatória, prendendo-a sob o peso de seu corpo contra o colchão macio. Seu olhar ardente deixa evidente o desejo, enquanto a mão firme se apoia ao lado do rosto dela, mantendo-a presa de forma deliberadamente possessiva. A outra mão desliza lentamente pelos cachos vermelhos, os dedos traçando um caminho provocador ao longo de seu rosto até alcançar o lábio inferior. Com o polegar, ele o acaricia suavemente, numa provocação que arranca um suspiro involuntário de Vivienne.

Dominic se inclina com uma proximidade perigosa, seus lábios roçando os dela em um gesto carregado de intenção e controle. Ele observa com intensidade o desejo crescendo nas profundezas daquele olhar expressivo, enquanto a respiração dela se torna irregular, cada exalar um reflexo do turbilhão de emoções que a consome sob seu domínio sedutor.

— Quente, muito quente. — Vivienne murmura, sua voz evidenciando o desejo que percorre seu corpo em ondas de calor, ao observar um sorriso sedutor surgir nos lábios que a hipnotizam.

— O que você esperava? — Dominic sussurra, sua voz rouca de desejo, roçando seus lábios nos dela numa carícia torturante.

— Não, não é isso. — Murmura, seu corpo traindo sua tentativa de resistência ao responder instantaneamente ao toque dele. — Você está literalmente ardendo. — Afirma, sua mão delicada encontrando a testa dele num gesto que mistura preocupação e desejo contido. — Você está bem? — Pergunta, enquanto seus dedos deslizam com cuidado pelo rosto dele. Ela percorre os contornos de sua mandíbula, a ponta dos dedos traçando um caminho lento até o pescoço, sentindo a temperatura quente e pulsante de sua pele a cada toque.

— Perfeitamente bem. — Responde, ignorando deliberadamente a febre em favor do calor muito mais interessante que cresce entre eles. — Mas podemos baixar minha temperatura num banho gelado, o que me diz? — Sugere, seus lábios traçando um caminho de beijos provocantes pelo pescoço dela, mordiscando levemente sua pele sensível, enquanto sua mão desliza possessivamente por suas curvas, parando em sua cintura num aperto firme, arrancando gemidos suaves que ela tenta, inutilmente, reprimir.

Sem esperar resposta, os lábios dele tomam os dela num beijo intenso, sua língua explorando cada centímetro da boca dela, conduzindo o beijo com uma mistura perfeita de domínio e desejo. As mãos dele percorrem o corpo dela, seus toques firmes enviando ondas de calor por toda a extensão de sua pele. Vivienne se entrega completamente, seus dedos se entrelaçando nos cabelos dele, enquanto seus corpos parecem se alinhar como se feitos para aquele momento.

— Preciso respirar. — Sussurra, contra seus lábios, ofegante, suas mãos pressionando o peito definido dele numa tentativa de resistência, o ar quente do ambiente, tornando cada toque ainda mais intenso. — Por favor. — Murmura, seu peito subindo e descendo num ritmo que apenas aumenta a tentação.

— Tudo bem! — Resmunga, cedendo relutantemente e girando para o lado, seu corpo ainda provocativamente colado ao dela, o desejo evidente em cada respiração pesada, enquanto encara o teto com frustração.

Vivienne apenas sacode a cabeça, reunindo cada fragmento de autocontrole para resistir à tentação que ele representa deitado naquela cama. Retira-se do quarto com passos apressados, seu corpo inteiro gritando em protesto a cada movimento que a afasta dele, cada fibra de seu ser implorando para voltar e sucumbir àquele desejo avassalador. Ao adentrar a sala de jantar, aproxima-se quase desesperadamente da mesa, servindo-se de um copo transbordante de suco gelado que toma num gesto urgente, tentando, inutilmente, apagar o fogo que ele acendeu em suas veias.

— Senhora Valens, poderia preparar algum tipo de caldo? — Pergunta, forçando-se a reassumir seu lugar à mesa com uma compostura que está muito longe de sentir. — O senhor Muller está indisposto e se recusa a se alimentar adequadamente. — Informa, observando a governanta assentir discretamente e se retirar da sala de jantar, deixando-a sozinha com pensamentos que insistem em retornar ao homem no quarto, ao calor tentador de seu corpo, ao toque possessivo de suas mãos, ao sabor viciante de seus beijos que ainda queimam em seus lábios.

Enquanto aguarda, mesmo sem apetite, Vivienne força-se a se alimentar, consciente da responsabilidade com seus bebês, embora sua mente insista em reviver cada momento no quarto. O rubor em sua face denuncia os pensamentos que estão longe de serem apropriados para uma mesa de jantar.

— Seria infinitamente mais satisfatório sentir do que apenas imaginar, senhorita Bettendorf. — A voz rouca de Dominic, num sussurro provocante próximo ao seu ouvido, a faz estremecer na cadeira, arrancando-a abruptamente de suas fantasias. — Muito mais prazeroso do que essas fantasias que estão fazendo você corar. — Acrescenta, seus lábios depositam um beijo lento em seu pescoço, arrancando um gemido baixo que ela tenta, sem sucesso, conter. Ele desliza para a cadeira ao lado dela, seu corpo emanando um calor que nada tem a ver com sua febre. — Quer companhia para o almoço ou prefere explorar outras formas de satisfazer nossos apetites? — Pergunta, sua mão deslizando pela coxa dela, seus dedos traçando círculos provocantes que fazem a respiração dela acelerar.

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