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A Escolha Certa com o CEO Errado romance Capítulo 93

Vivienne se vira bruscamente, o rosto ficando perigosamente próximo ao dele. O olhar intenso de Dominic a prende, e, antes que ela consiga reagir, os dedos dele deslizam até seus cabelos, segurando-os com firmeza, como se soubesse exatamente como fazê-la perder o controle. Em um movimento inevitável, seus lábios encontram os dela em mais um beijo que parece ter se tornado seu vício particular.

— Dominic! — Vivienne exclama, rompendo o contato, mas sua voz trai o tremor que percorre seu corpo. O calor da proximidade dele ameaça destruir qualquer resquício de determinação. — Qual é o seu problema? — Questiona, tentando, sem sucesso, recuperar o controle, enquanto suas mãos se apoiam no peito dele. Por um instante, ela se permite sentir o ritmo acelerado do coração dele, antes de empurrá-lo com menos convicção do que gostaria. — Você está me irritando! — Adverte, embora a firmeza em sua voz seja menor do que desejava. Agarra o sanduíche da bancada e dá uma mordida apressada, numa tentativa de redirecionar sua atenção e não ceder à tentação que ainda paira entre eles. — Volte para a cama agora mesmo.

Dominic não se move. Em vez disso, inclina-se levemente, os olhos ainda fixos nela, e um sorriso perigosamente sugestivo surge em seus lábios.

— E deixar você aqui sozinha, com tantas desculpas prontas para fugir de mim? — Dominic provoca, o tom baixo e carregado de intenções que ele nem tenta esconder.

Antes que Vivienne possa responder, uma risada alta ecoa pela cozinha. Joana, ainda na chamada, gargalha do outro lado da linha. A súbita lembrança da ligação faz os olhos dela se arregalarem, um lampejo de vergonha passando por sua expressão.

— Boa tarde, senhorita Lima. — Cumprimenta, a voz carregada de presunção, com um tom que parece quase feito para provocar. A expressão de Vivienne endurece instantaneamente, os olhos lançando um olhar de advertência que ele ignora completamente.

— Boa tarde, senhor Muller. — Joana responde, a diversão evidente em sua voz, imaginando claramente o quanto aquilo está deixando a amiga furiosa.

— Senhorita Lima, sem querer ser grosso, mas já sendo. — Começa, o sorriso em seus lábios carregando uma arrogância que faz Vivienne cerrar os punhos. — Você está interrompendo um momento particularmente interessante. — Afirma, sua mão se movendo em direção ao rosto de Vivienne, apenas para ser interceptada por um tapa rápido e preciso. — A senhorita Bettendorf retornará sua ligação assim que terminarmos nossa conversa. — Conclui, com calma, encerrando a chamada abruptamente com um toque firme no celular e sem sequer piscar.

— Mas que droga, Dominic! — Explode, quase gritando, os dedos frenéticos digitando uma mensagem apressada de desculpas para Joana. — Quem você pensa que é para fazer algo assim? — Pergunta, suas mãos se levantando no ar, divididas entre a vontade de esbofeteá-lo e a necessidade de manter o mínimo de controle.

Dominic, no entanto, parece completamente imperturbável. Ele a encara com um olhar fixo, quase hipnotizante, e dá um passo à frente, invadindo seu espaço pessoal, cada movimento dele irradiando uma confiança que parece testá-la de propósito.

— Estamos no meio de algo importante, senhorita Bettendorf. — Responde, a voz baixa, mas cheia de autoridade e um tom sedutor que parece vibrar no ar entre eles.

Dominic não diz nada, apenas mantém um sorriso malicioso nos lábios, enquanto caminha com passos firmes em direção ao quarto. O olhar dele é intenso, cheio de propósito, ignorando completamente os protestos dela. Ele a deposita na cama com uma firmeza que a faz sentir o peso de sua presença.

Quando Vivienne tenta se levantar, Dominic a impede, prendendo-a sob seu corpo. O calor dele é sufocante, e a intensidade de seus olhos a faz prender a respiração.

— Dominic, pare com isso! — Pede, tentando virar o rosto, a última tentativa desesperada de resistir à tentação que ele representa. Sua voz, embora firme, carrega uma nota de vulnerabilidade que não consegue esconder.

Mas ele não recua. Os olhos dele, intensos e cheios de desejo, encontram os dela, segurando seu olhar como se conseguissem desvendar cada pensamento que ela tenta esconder. Um sorriso surge lentamente em seus lábios, perigoso e provocador.

— O que gostaria de fazer pelo resto do dia, pequena? — Pergunta, cada palavra carregada de um desejo inegável que faz o coração dela disparar. Ele não espera uma resposta e se inclina para perto, mantendo a intensidade dos seus olhos sempre constante. — Você me tira do controle. — Assegura, seus lábios começam a traçar um caminho lento e provocante pelo pescoço dela, cada toque suave enviando uma onda de calor por seu corpo. Cada beijo é uma provocação silenciosa, um convite irresistível. Enquanto Vivienne luta contra a rendição iminente, suas convicções se tornam cada vez mais difíceis de sustentar.

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