Lucila
O som de seus gemidos lascivos eram uma novidade com as quais ela não contava. Nunca tinha acontecido quando ela....quando ela usou aquele “brinquedo” sozinha. E agora que sentia aquelas ondas de prazer se apossar de seu corpo febril, entendia porque Amélia e Samanta a presentearam com ele.
Mas com certeza ela nunca pensou que o seu marido fajuto, usaria o “VITÓRIO” nela.
E quão delicioso aquilo era...
As mãos dele a tocavam com desejo e intimidade, e o brilho de seus olhos a pouca luz do quarto, só aumentavam o clima de romance e sensualidade. Lucila encontrou os olhos dele, sem dúvidas do que queria.
Mesmo sem palavras, ela sabia que Vitório sentia o que seu olhar, seu corpo estava dizendo.
Vitório abandonou o sugador, e se colocou entre as pernas dela, suas mãos abriram mais suas pernas, como se ele contemplasse uma flor rara que se abria em ocasiões especiais. Ela sabia que não devia ceder, que não devia permitir que isso continuasse, que se entregasse assim para um homem que poderia desaparecer de sua vida sem pensar duas vezes.
Mas...
Ela o amou em silêncio por toda a sua vida, e não conseguia imaginar sua primeira vez com outro homem que não fosse ele.
Então mesmo que Vitório não a amasse, ele devia a ela tudo o que ele negou durante todos esses anos. E isso incluía esses toques insidiosos, essa forma de despertar seus desejos, de fazer novas sensações explodirem em pontos que ela nem imaginava que eram sensíveis.
Sim, ela queria que ele, o homem que amava com tanto ímpeto, fosse a mesma pessoa que faria amor com ela pela primeira vez.
Quando a boca de Vitório cobriu a fenda molhada entre suas pernas, Lucila jogou a cabeça para trás, enlouquecendo com a sensação alucinante do toque da língua dele, subindo e descendo, bebendo de seus sulcos, beijando com carinho, com sede, enquanto segurava firme suas pernas na posição que lhe dava total acesso.
Aquilo não era nem de longe o que ela imaginava o que seria sexo oral.
As chamas do desejo dela se refletiam nos dele, e quando ele se aproximou e tirou seu vestido devagar, Lucila já sabia que se lembraria dessa noite pelo resto de sua vida.
Vitório beijou suas mãos, cobrindo o corpo dela com o seu. A chuva molhava seus corpos nus, mas a paixão que os dominava os impedia de se importar com qualquer coisa que não fosse aquela conexão profunda no olhar, a mão dele conduzindo a dela pelo próprio corpo.
Os músculos grandes e firmes do corpo másculo eram tão prazerosos ao toque quanto a sensação de ver Vitório desejá-la de verdade, como via nesse momento.
Lucila abraçou seu pescoço, e ele a trouxe para si, fazendo seu corpo sentar no dele.
- É isso mesmo que você quer, princesa? – ele perguntou segurando o rosto dela com uma das mãos.
Em uma atitude ousada, Lucila respondeu a sua pergunta, cobrindo a boca dele com a sua, traduzindo todos os seus sentimentos, sua vontade e o seu desejo naquele beijo.

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