Amélia estremeceu quando sentiu que ele a tomou em seus braços, agarrando suas curvas imperfeitas com desejo, impondo sua vontade. Ícaro beijou sua boca, levando as mãos dela ao botão de sua calça.
- Termine o que você começou, Amélia. – o toque dele deslizou por suas costas, percorrendo as queimaduras, provocando um estado de tensão e medo.
- Você é tão gostosa! – a mão dele segurou seu pescoço com força inclinando sua cabeça para trás. – Quero te provar inteira, pequena.
Esse gesto a desarmou de seus medos, seus olhos marejados encontraram os dele. Não havia julgamento e nem perguntas na expressão do homem que carregava seu corpo marcado até a alma, para a cama. Sua íris transmitia confiança, um porto seguro para toda a sua escuridão.
Ícaro manteve seu abraço quente até sentir que ela já não tremia mais, que estava certa em prosseguir com o que estava fazendo.
- Me faça esquecer... – pediu mantendo aquele contato.
- Amélia...- aquela voz tão profunda quando falava o seu nome, era como se ele estivesse dentro de sua mente.
Os olhos castanhos brilhando a luz do luar suplicavam, para que ele a salvasse de sua dor. Precisava daquele refúgio que encontrou nos olhos dele.
- Por apenas uma noite..
Ele sorriu, ao ouvir aquela frase. Beijando seu corpo em uma carícia excitante, Ícaro tirou a calcinha dela, jogando para longe.
- Eu disse que você é minha, Amélia. Isso é um fato indiscutível.
O perfume dele adentrando cada milímetro de seus sentidos e a pele quente sob suas mãos a fizeram abandonar completamente qualquer dúvida que ainda tivesse. Não podia mais conter aquela necessidade desesperadora. Ela uniu sua boca com a dele beijando seus lábios perfeitos com vontade, surpreendendo até a si mesma pela intensidade dela naquele gesto.
Ícaro arrancou a cueca, ficando completamente nu. Amélia o encarou de boca aberta. Esse negócio era grande demais. Não tinha como um pau daquele tamanho caber dentro dela.
Um sorriso cafajeste cruzou as feições dele na penumbra do quarto iluminado apenas pelos astros da noite.
- Não fique com medo, pequena. Você dá conta do recado.
Engoliu em seco com suas palavras. Ela nunca mais fez sexo com ninguém. Como poderia dar conta desse pênis monstruosamente enorme?!
- Pare de pensar! Você precisa sentir.
Ele instruiu, tocando seu corpo com desejo inflamado. Ícaro beijou seus seios com vontade, parecia um bezerro faminto. Amélia gemeu de prazer quando ele abocanhava seus mamilos duros feito pedra. Sua mãos seguraram suas mamas com força, enquanto ele abria suas pernas com os joelhos.
Sentiu seu pau latejante roçando sua buceta molhada, que se encharcou cada vez mais de tanto tesão.
Amélia entreabriu os lábios, soltando um gritinho de prazer involuntariamente. Sentiu a respiração dele se aproximando de seu rosto e fechou os olhos, se entregou aos beijos dele e ao toque exigente de suas mãos que exploravam sua pele impiedosamente.
Foi envolvida completamente pelo corpo firme e forte, sentindo seu calor e desejo fluindo através dele. Só conseguia pensar em tocá-lo e segurar seus cabelos macios, no momento em que eles se buscavam se deleitando com cada centímetro descoberto.
Ícaro a devorava com boca, a expressão de sua sensualidade se movia sobre ela, provocando uma urgência avassaladora de sentir toda a sua extensão dentro dela.

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