Ícaro
Amélia ficou calada ao seu lado durante todo o percurso. Ele a observou, seu perfil sério e tenso não era um bom sinal.
Depois da “brincadeira” na sala dela, Amélia evitava seus olhos quando se encontravam no corredor ou na sala de conferências. Ela rejeitou o convite para o almoço, sem nem mesmo se justificar.
Pelo menos, não foi vista almoçando com Ticiano, e isso já era o suficiente para ele.
Com um vestido soltinho, preto com estampa de girassois, ela permanecia de pernas cruzadas, aparentemente sem nenhuma lingerie por baixo. “Bom”, pensou.
- Onde estamos indo? – ela perguntou em um tom baixo.
O que havia de errado? Ela estava diferente, distante e incomodada.
- Para minha casa. – respondeu, estendendo a mão para a sua coxa parcialmente desnuda.
Sem nenhuma reação, ela permitiu o toque, mas não disse nenhuma palavra.
Ao chegarem ao condomínio, percebeu que ela observava tudo à sua volta. O apartamento de três andares ficava no final da quinta rua à esquerda. Icaro estacionou na garagem e a ajudou a descer.
De sapatilhas pretas, ela ficava bem menor ao lado dele. A estatura de ambos era bem diferentes.
Abraçou sua cintura, a conduzindo para a o hall de entrada do primeiro andar. Amélia olhou para o ambiente à sua volta. Talvez ela não gostasse do estilo minimalista, mas não disse nada.
- Por aqui. Vamos jantar. – a conduziu até a sala com uma grande mesa, decorada com detalhes em cinza claro, dourado e terracota.
Puxou a cadeira para ela e se sentou ao seu lado.
O chefe os cumprimentou e apresentou o menu da noite.
Uma empregada começou a servi-los e o silêncio prevaleceu. Amélia mal tocava na comida, mas bebia uma taça de vinho atrás da outra.
Ícaro dispensou os funcionários depois do último prato ser servido.
- Vamos lá. Diga o que está te incomodando.
- Estou aqui essa noite somente para resolvermos essa situação, Ícaro.
- De que situação está falando?
- Isso tem que parar. – ele levantou os olhos.
Raiva, constrangimento, tristeza, confusão. Tudo estampado em seu rosto bonito.
- Tem medo de que, Amélia?
Ícaro se levantou, e pegou a mão dela. Com um movimento rápido a levantou, a conduzindo para fora da sala de jantar.
- De nada. Eu só não quero ser pega transando com chefe em pleno expediente.
- A única pessoa que realmente nos viu, foi a esposa do Vitório, e ela nunca espalharia boatos.
A sala de estar iluminada por luzes suaves, possuía a atmosfera agradável que ele sempre gostou. As portas da sacada estavam abertas, e a brisa suave adentrava o ambiente.
Ícaro se sentou com a Amélia no sofá enorme de cor clara. Ela se afastou, cruzando os braços. Um claro sinal defensivo.
- Eu não quero ser o seu brinquedo. – os olhos expressivos dela encaravam os seus com determinação.
- Você está tentando me convencer? – ele perguntou se aproximando dela.
- Nos divertimos juntos, mas isso precisa acabar.
- Um caralho, que precisa.
Investindo contra ela, Ícaro a prendeu contra o estofado. Amélia tentou lutar para se levantar, mas ele prendeu suas mãos acima de sua cabeça.
- Não tente algo tão idiota novamente. Você é a minha garota, Amélia.
A boca dele cobriu a dela, decidido a puni-la pelo atrevimento de tentar se livrar dele. Amélia começou a gemer sob seu corpo, Ícaro desceu uma trilha de beijos até o busto farto dela.
Os mamilos estavam eretos, o tecido fino do vestido os evidenciaram ainda mais. Ele os sugou com vontade abrindo as pernas dela com os joelhos.
Amélia arfou de desejo, seu rosto corado e os olhos brilhantes pela paixão eram uma bela visão para ele.
- Entenda de uma vez que você não é um caso de uma noite. – ele esfregou o seu membro entre as pernas dela.
O vestido subiu, expondo as coxas grossas, a bunda redonda que o seduzia somente com o movimento do andar dela. E a virilha depilada, que levava ao paraíso de sua bucetinha apertada.


VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Estagiária Gordinha do CEO