Ele começou pelos pés, ajoelhando-se levemente e levando um tornozelo aos lábios. Beijou os dedos dela suavemente, depois o arco do pé. Sua língua deslizou para provar a pele. Mercy arfou, os dedos dos pés se contraindo.
Ele subiu com beijos lentos pela panturrilha, a parte de trás do joelho e a parte interna da coxa. Suas mãos o seguiram, empurrando o vestido dela para cima, expondo mais pele.
— Você é explêndida. — Sussurrou ele contra a coxa dela, mordiscando levemente.
— Cada centímetro de você me enlouquece.
Ele levantou-se novamente, abrindo o zíper do vestido com uma lentidão deliberada. O tecido acumulou-se na cintura dela e depois caiu completamente quando ele ergueu os braços dela. Ela estava nua diante dele. Agora, apenas a calcinha era a barreira restante.
Aurelian recuou por um momento, admirando-a: a maneira como o peito dela subia e descia com respirações rápidas, os mamilos endurecendo sob seu olhar como botões rosados e firmes, a pele corada de excitação.
— Olhe para você. — Soprou ele, a voz grossa de reverência e fome.
— Tão perfeita... seus seios implorando pela minha boca, seu corpo tremendo por mim.
O coração de Mercy batia rapidamente. Ela o queria. Estava queimando, apenas por ele.
Aurelian encurtou a distância, beijando-a loucamente. Seus lábios se chocando, línguas duelando. Suas mãos encontraram os mamilos dela, beliscando suavemente no início, rolando-os entre o polegar e o indicador. Mercy arqueou-se contra ele, gemendo contra o beijo.
Ele deixou um rastro de beijos pelo pescoço dela, sugando, mordendo gentilmente, enquanto seus dedos continuavam o tormento, torcendo apenas o suficiente para uma ardência doce.
— Aurelian... porra...
Finalmente, sua boca substituiu as mãos. Ele tomou um mamilo entre os lábios, sugando lento e profundamente, a língua girando em torno do topo. Mercy gritou, as mãos no cabelo dele. Ele passou para o outro seio, dedicando a mesma atenção, os dentes roçando enquanto recuava levemente, para depois mergulhar de novo.
— Tão sensível. — Murmurou ele contra a pele dela.
— Eu amo como você responde... como seu corpo implora por mais.
Uma mão deslizou para baixo, os dedos encontrando a calcinha encharcada. Ele pressionou a abertura dela através do tecido, provocando e circulando.
— Você está transbordando. — Rosnou ele.
— Tão pronta para mim.
— Sim. — A voz dela foi quase um sussurro.
— Eu quero você agora.
Aurelian riu baixo.
— Relaxe. Paciência, Mercy.
Ele deslizou por baixo da renda, os dedos afastando suas dobras. Um dedo entrou nela em um movimento lento e curvo. Depois um segundo, alargando-a. Ele investiu gentilmente no início, ganhando ritmo enquanto sua boca sugava com mais força o seio dela.
Mercy impulsionou-se contra a mão dele, lamentando.
— Porra...
Ele a possuía com os dedos, cada vez mais fundo e rápido, o polegar pressionando o clitóris em círculos firmes. Sua boca nunca deixava os seios dela, sugando, lambendo, mordendo. As sensações duplas a sobrecarregaram. Ele a estava levando ao limite.
— Goze nos meus dedos. — Comandou ele suavemente.
— Deixe-me sentir você se apertar... mostre-me o quanto você precisa disso.
O orgasmo formou-se rápido, retorcendo-se com força. Quando a atingiu, ela se despedaçou. Suas paredes pulsando em volta dos dedos dele, gritos ecoando na sala. Ele continuou o movimento através do ápice, diminuindo apenas quando ela desabou contra ele.
Ele sussurrou elogios contra o ouvido dela. Mas ainda não tinha terminado.

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