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A Extraordinária Noiva da Família Wyndham romance Capítulo 331

Ele começou pelos pés, ajoelhando-se levemente e levando um tornozelo aos lábios. Beijou os dedos dela suavemente, depois o arco do pé. Sua língua deslizou para provar a pele. Mercy arfou, os dedos dos pés se contraindo.

Ele subiu com beijos lentos pela panturrilha, a parte de trás do joelho e a parte interna da coxa. Suas mãos o seguiram, empurrando o vestido dela para cima, expondo mais pele.

— Você é explêndida. — Sussurrou ele contra a coxa dela, mordiscando levemente.

— Cada centímetro de você me enlouquece.

Ele levantou-se novamente, abrindo o zíper do vestido com uma lentidão deliberada. O tecido acumulou-se na cintura dela e depois caiu completamente quando ele ergueu os braços dela. Ela estava nua diante dele. Agora, apenas a calcinha era a barreira restante.

Aurelian recuou por um momento, admirando-a: a maneira como o peito dela subia e descia com respirações rápidas, os mamilos endurecendo sob seu olhar como botões rosados e firmes, a pele corada de excitação.

— Olhe para você. — Soprou ele, a voz grossa de reverência e fome.

— Tão perfeita... seus seios implorando pela minha boca, seu corpo tremendo por mim.

O coração de Mercy batia rapidamente. Ela o queria. Estava queimando, apenas por ele.

Aurelian encurtou a distância, beijando-a loucamente. Seus lábios se chocando, línguas duelando. Suas mãos encontraram os mamilos dela, beliscando suavemente no início, rolando-os entre o polegar e o indicador. Mercy arqueou-se contra ele, gemendo contra o beijo.

Ele deixou um rastro de beijos pelo pescoço dela, sugando, mordendo gentilmente, enquanto seus dedos continuavam o tormento, torcendo apenas o suficiente para uma ardência doce.

— Aurelian... porra...

Finalmente, sua boca substituiu as mãos. Ele tomou um mamilo entre os lábios, sugando lento e profundamente, a língua girando em torno do topo. Mercy gritou, as mãos no cabelo dele. Ele passou para o outro seio, dedicando a mesma atenção, os dentes roçando enquanto recuava levemente, para depois mergulhar de novo.

— Tão sensível. — Murmurou ele contra a pele dela.

— Eu amo como você responde... como seu corpo implora por mais.

Uma mão deslizou para baixo, os dedos encontrando a calcinha encharcada. Ele pressionou a abertura dela através do tecido, provocando e circulando.

— Você está transbordando. — Rosnou ele.

— Tão pronta para mim.

— Sim. — A voz dela foi quase um sussurro.

— Eu quero você agora.

Aurelian riu baixo.

— Relaxe. Paciência, Mercy.

Ele deslizou por baixo da renda, os dedos afastando suas dobras. Um dedo entrou nela em um movimento lento e curvo. Depois um segundo, alargando-a. Ele investiu gentilmente no início, ganhando ritmo enquanto sua boca sugava com mais força o seio dela.

Mercy impulsionou-se contra a mão dele, lamentando.

— Porra...

Ele a possuía com os dedos, cada vez mais fundo e rápido, o polegar pressionando o clitóris em círculos firmes. Sua boca nunca deixava os seios dela, sugando, lambendo, mordendo. As sensações duplas a sobrecarregaram. Ele a estava levando ao limite.

— Goze nos meus dedos. — Comandou ele suavemente.

— Deixe-me sentir você se apertar... mostre-me o quanto você precisa disso.

O orgasmo formou-se rápido, retorcendo-se com força. Quando a atingiu, ela se despedaçou. Suas paredes pulsando em volta dos dedos dele, gritos ecoando na sala. Ele continuou o movimento através do ápice, diminuindo apenas quando ela desabou contra ele.

Ele sussurrou elogios contra o ouvido dela. Mas ainda não tinha terminado.

Ele sugou o clitóris para dentro da boca, gentilmente no início, os lábios selando-se em volta dele, a língua girando em círculos preguiçosos e sem pressa. Os quadris de Mercy deram um solavanco, um grito agudo escapando de sua garganta. Seus dedos se emaranharam no cabelo castanho escuro dele, não puxando, apenas segurando, precisando de uma âncora enquanto o prazer se formava em ondas lentas e implacáveis.

— Sim... exatamente aí... — Sussurrou ela, com a voz trêmula.

Ele cantarolou em aprovação, o som enviando novos choques através dela. Uma mão segurava a coxa dela com mais firmeza, mantendo-a aberta, enquanto a outra traçava a entrada, provocando, mergulhando apenas a ponta de um dedo antes de retirar.

— Você é tão responsiva, Mercy. — Disse ele, com a voz abafada contra a pele dela.

— Cada vez que sugo com mais força... você se contrai. Cada vez que minha língua desliza... você geme. Está me deixando louco, saber que sou eu quem faz você se sentir assim.

Ele aumentou a pressão, sugando com mais intensidade, a língua movendo-se mais rápido agora. Os gemidos de Mercy ficaram mais altos, a respiração falhando a cada passagem. Seu corpo tensionou, a pressão no ventre apertando.

— Aurelian... eu estou... quase...

Ele não parou, mas também não acelerou. Manteve o ritmo constante, deliberado, prolongando a tensão.

— Deixe vir devagar. — Sussurrou ele, recuando por um segundo para beijar a parte interna da coxa dela.

— Quero sentir cada tremor... ouvir cada som que você faz enquanto se desfaz na minha língua.

Sua boca retornou, sua língua investindo profundamente agora, curvando-se para roçar as paredes dela enquanto seu polegar assumia o clitóris, circulando com firmeza. Mercy gritou, um som agudo e quebrado, seus quadris esfregando-se contra o rosto dele. O prazer atingiu o ápice lenta e primorosamente, até que desabou sobre ela como uma onda.

Ela gozou na boca dele, o corpo convulsionando, as paredes pulsando em torno de sua língua, gritos ecoando pela sala.

— Aurelian! Oh Deus... sim...

Ele gemeu profundamente, vibrando contra ela, lambendo cada gota com movimentos famintos, prolongando a liberação dela até que ela fosse um amontoado trêmulo, lágrimas escorrendo por suas bochechas devido à intensidade.

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