Ele retirou os dedos, e Mercy choramingou pela perda do contato. Aurelian a virou de frente para ele, erguendo e sentando ela sobre a penteadeira. Com as pernas dela bem abertas, ele se posicionou entre elas.
Enquanto a beijava novamente de forma profunda e consumidora, ele se guiou até a entrada dela. Em uma estocada lenta, ele a penetrou totalmente, preenchendo-a com perfeição.
Mercy gritou. Suas unhas cravaram-se nos ombros dele.
— Ahhh... porra... tão fundo...
Ele a segurou firme, deixando-a se ajustar a ele antes de começar a se mover. Foi lento no início, retirando-se quase completamente antes de deslizar de volta para o fundo. Cada estocada era deliberada, atingindo o seu ponto G.
— Sente isso? — Ele rosnou.
— Como você me aceita perfeitamente? Você foi feita para isso... feita para mim.
Ela gemeu. Um som agudo, quase desesperado.
— Sim... Deus, sim... assim...
Ele obedeceu com estocadas que se tornavam mais firmes e rápidas. Ele se inclinou, sua boca encontrou o seio dela, sugando o mamilo com força enquanto se movia dentro dela. Mercy arqueou as costas, gritando a cada golpe profundo.
— Ahhh... porra... Aurelian... você está me matando...
Ele a beijou intensamente, engolindo seus gemidos e prolongando o prazer. Sua mão deslizou entre os dois, o polegar circulando o clitóris dela em sincronia com as estocadas.
— Goze para mim. — Ele ordenou.
— Deixe-me sentir você se apertar... deixe-me ouvir você gritar.
O orgasmo a atingiu rápido e ela se estilhaçou. Ela gritou o nome dele, o corpo convulsionando, as paredes dela pulsando ao redor dele. Lágrimas escorreram por suas bochechas devido à intensidade.
Aurelian as limpou com beijos, continuando as estocadas através do ápice dela, prolongando o momento.
Quando ela se acalmou — ofegante — ele retirou-se lentamente. Mercy choramingou, tentando alcançá-lo.
— Ainda não. — Disse ele, com a voz tensa.
— Vire-se.
Ele a ajudou a se inclinar sobre a mesa, com o peito contra o vidro frio e os quadris elevados. Ele beijou as costas dela, descendo pela coluna, dando mordidas suaves nas nádegas seguidas de lambidas calmantes.
— Perfeita pra caralho. — Ele murmurou.
— Essa bunda... me pertence, posso beijar e tocá-la.
Ele se posicionou, a ponta roçando a entrada dela, e então desferiu uma estocada profunda por trás.
Mercy gritou novamente, as mãos espalmadas sobre a mesa. O ângulo era mais profundo, atingindo o ponto sensível a cada movimento. Ele girava os quadris de forma lenta e deliberada, as mãos agarrando a cintura dela.
— Você está me enlouquecendo. — Ele rosnou.

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