— Isso! Meu Deus! Me fode mais forte!
Karen franziu o rosto em nojo e irritação ao ouvir os sons que vinham do quarto do homem que fora visitar e, sem hesitar, invadiu o cômodo, tomada pela raiva.
Assim que o homem a viu, saiu de cima da mulher com quem estava e se afastou, enquanto Karen lançava um olhar fulminante para a mulher, que parecia completamente confusa.
Em seguida, ela estalou os dedos.
— Fora!
A mulher, por sua vez, a encarou, ofendida.
— Quem diabos é você? Não pode simplesmente me mandar embora!
— Eu disse: fora! — Sibilou Karen.
A mulher então olhou para o homem, buscando algum apoio. No entanto, para sua surpresa, ele também estalou os dedos e ordenou:
— Saia.
Humilhada, a mulher desceu da cama e apressou-se em pegar as roupas espalhadas pelo chão.
— Seu idiota. Vai se arrepender disso! — Disparou antes de sair, batendo a porta.
Logo que ela saiu, Karen cruzou os braços, exibindo uma expressão impaciente, enquanto o homem caminhava até ela, completamente nu, sorrindo, sem nem ao menos se preocupar em se cobrir.
— Que cara é essa? Não me diga que ficou com ciúmes? — Riu ele, tentando tocar o rosto dela.
— Por que eu teria ciúmes? — Rebateu Karen, afastando a mão dele com um tapa.
— Não se esqueça de que eu não sou feito de ferro. Eu também tenho necessidades. E preciso que elas sejam atendidas enquanto você está lá, dormindo com o Kris todas as noites.
Ele tentou tocá-la outra vez, e Karen tentou empurrá-lo de novo, mas, dessa vez, ele agarrou seu rosto com firmeza e a beijou com intensidade. Em pouco tempo, ela já se derretia em seus braços.
— Eu sabia que você voltaria cedo ou tarde. — Murmurou ele, com um sorriso presunçoso, enquanto envolvia os braços ao redor do pescoço dela. — Você sempre volta.
— Para de se achar. — Retrucou Karen, aborrecida.
Rindo, ele a puxou até caírem juntos na cama, cobrindo-a de beijos no caminho.
— Está tensa. — Observou, quando os lábios se separaram por um instante.
— E estou mesmo. — Confirmou Karen, explicando que Kris a havia confrontado com as fotos no dia anterior. — Ele mostrou para a Thalassa e, como era de se esperar, ela negou, o que fez com que ele ficasse desconfiado.
— E daí se ela negou? Não é como se aquelas fotos que você tirou dela com o cara fossem falsas. Ela não tem como provar nada. — Ponderou o homem.
— Caramba, parece que alguém está com fogo hoje. — Riu ele. — Por quê? Seu querido maridinho ainda está te deixando na seca?
— Cala a boca. — Disse Karen. — E é bom colocar outro preservativo, porque esse aí não vai entrar em mim depois de ter estado naquela vagabunda.
— Você fica tão fofa quando está com ciúmes, sabia?
— Eu saio daqui agora mesmo se continuar falando merda. — Avisou Karen.
— E vai fazer o quê? — Provocou ele, divertido. — Vai se consolar com o vibrador que você esconde no quarto? Amor, você sabe que nenhum brinquedo chega aos pés do meu pau.
— Certo, estou indo embora então. — Resmungou Karen, tentando se afastar da cama, mas ele a segurou.
— Ok, ok. Desculpa. Deixa eu compensar você. — Murmurou enquanto a empurrava de volta sob seu corpo.
— É mesmo? — Sorriu Karen, com a raiva se dissipando. — E como pretende fazer isso?
— Te levando direto ao sétimo céu. — Declarou ele com um olhar malicioso, descendo os lábios pelo corpo dela.
Ao alcançar o centro das coxas, ele rasgou a calcinha com um puxão e, no mesmo instante, um arrepio de antecipação percorreu o corpo de Karen, que soltou um gemido assim que ele colou a boca em sua intimidade.
— Ah, porra... Você me chupa tão bem. Eu amo o jeito que você me lambe... Henry.

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