(Ponto de Vista de Kennedy)
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— Ah… Nem tinha parado pra pensar nisso. — Ela soltou o ar devagar, pesado. — Acho que, se puxarem a tia ou o tio, vão fazer o que der na telha de qualquer jeito. — Ryker e eu rimos ao mesmo tempo, bem quando o carro parou.
Os curandeiros já estavam prontos com uma cadeira de rodas assim que chegamos. Jer colocou ela ali, mas sem soltar a mão dela nem por um segundo.
Ao lado, Ryker beijou a bochecha dela.
— A gente vai estar aqui. Só avisa se precisar de alguma coisa. — Sussurrou no ouvido dela, depois olhou para o Jeremiah, que assentiu. E então eles foram levados. Entramos com calma e nos acomodamos na sala de espera, enquanto nossos amigos e familiares mais próximos iam chegando.
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Já fazia horas desde que a Rayna tinha chegado, e a Sarah não parava quieta, indo e voltando para manter a gente informado. Ela estava progredindo, só que devagar.
— Ela quer te ver, Kennedy. — Sarah se aproximou de mim. E, no mesmo instante, olhei de lado e vi o Ryker, com a cabeça encostada na parede, dormindo.
Diante disso, inclinei e beijei a bochecha dele.
— Já volto.
— Te amo, docinho… — Ele murmurou, e eu sorri, seguindo a Sarah.
A iluminação dos corredores estava suave, justamente pra não incomodar os pacientes com o abrir das portas. A Sarah empurrou a porta devagar, e eu só dei uma espiada antes de entrar, já pensando que, se ela tivesse finalmente adormecido, eu deixaria quieto.
— Entra logo nessa porr*! Eu estou ficando maluca! Esses pestinhas ouviram você e decidiram que querem o próprio dia e vão garantir isso. — Ela esfregou a barriga.
Entrei, e o cheiro me atingiu na mesma hora.

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