Sem câmeras por perto.
Heloísa estava inebriada pela empolgação da vitória e não notou a ação dela.
Ela parou de forma arrogante na frente de Flávia.
Flávia girou o braço e deu um tapa na cara dela. A velocidade foi tanta que Heloísa não teve tempo de se esquivar, recebendo o golpe em cheio.
— Pá!
Heloísa levou as mãos ao rosto, olhando para Flávia com descrença, e estava prestes a abrir a boca.
— Pá!
Flávia acertou outro tapa de costas na mão, com um golpe tão forte que a palma da mão formigou, demonstrando a força que usou.
A visão de Heloísa ficou turva. Ela se segurou nas pedras e demorou alguns segundos para se recompor.
Cobriu o rosto com as mãos, rosnando: — Flávia! Você se atreve a me bater?!
Flávia cravou o olhar nela. — Acabei de bater em você, e é bom você não me provocar, senão não sei que coisas mais loucas posso fazer.
Os olhos dela estavam vermelhos, e a postura firme assustou Heloísa momentaneamente, fazendo-a recuar um passo.
— Heh. — Flávia sorriu friamente.
Ela olhou friamente para o estado lamentável de Heloísa. Duas marcas nítidas dos tapas incharam rapidamente no rosto dela, deixando‑o todo inchado.
Flávia não prolongou a discussão, pois o foco de hoje era convidar o Dr. Walder.
Heloísa bateu os pés com ódio, gritando sem força para as costas de Flávia que partia.
— Flávia, você me aguarde!
Ela guardou todo aquele ódio no coração.
Ela checou no celular o rosto inchado, e a repulsa por Flávia aumentou ainda mais em seu coração.
Hoje só haviam figuras importantes, e a intenção original dela era usar os laços de Valentino para fazer conexões.
Mas com aquela cara, não podia continuar no banquete.
Apenas pôde enviar uma mensagem a Valentino dizendo que algo havia ocorrido em casa e que ia embora mais cedo.


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