Ela fixou os olhos nas costas do médico e correu rapidamente até ele, mas com medo de atrasar o resgate, moveu os lábios algumas vezes e acabou não dizendo nada.
A luz vermelha acima da sala de cirurgia acendeu, fazendo os olhos de Aurora arderem.
Ela sentou-se na cadeira sem dizer uma palavra, com o olhar fixo na direção da cirurgia.
Valentino também não a incomodou, apenas ficou em pé em silêncio ao seu lado.
Do outro lado, quanto mais Arthur pensava, mais achava que havia algo errado.
Que doença Beatriz tinha? Para deixar a calma Aurora tão ansiosa.
Após pensar um pouco, ele decidiu levar Nina junto ao hospital.
Arthur e Nina passaram pelo quarto de Valentino, mas não entraram.
Nina achou que ainda não tinham chegado ao quarto de Valentino e seguiu Arthur obedientemente.
Ao chegar ao quarto de Beatriz, Arthur abriu a porta e viu que estava vazio.
Um mau pressentimento surgiu, ele fez uma ligação e descobriu a localização de Aurora.
Arthur abaixou-se e olhou diretamente para Nina: — Nina, se você vir uma tia igualzinha àquela tia, não fale bobagens, está bem?
— Eu sei, papai.
Embora Nina não soubesse o motivo, ela concordou obedientemente.
Pai e filha chegaram ao andar onde Aurora estava.
Arthur viu a sala de cirurgia com a luz acesa e suas pálpebras tremeram.
O caso de Beatriz era tão grave? A ponto de entrar na sala de cirurgia.
Ao ver a figura de Valentino, Arthur parou por um momento e depois se aproximou como se nada tivesse acontecido.
— Valentino, por que você está aqui? — Arthur perguntou casualmente.
— Hum. — Valentino respondeu, mas não explicou o motivo de estar ali.
Nina viu Aurora desolada e um traço de pena passou por seus olhos.
— Nina ouviu dizer que você sofreu um acidente e insistiu em vir te ver. — Arthur explicou o motivo de estar no hospital hoje.

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