— Você tem cara de sedutora, e a sua filha também é uma piranha. Mesmo quando crescer, vai ser uma vagabunda que não consegue viver sem homem!
O marido dela já a havia traído com uma universitária jovem e bonita.
Desde então, Regina Bastos odiava toda mulher bonita.
Pietra Rocha tapou os ouvidos de Beatriz Viana para que ela não ouvisse aqueles palavrões.
— Acho que quando você nasceu, cortaram o seu cérebro em vez do cordão umbilical!
— Você tem os olhos ali só para enfeitar, não servem para enxergar nada direito! Qualquer pessoa com olhos não ia querer o seu filho!
— O seu filho é feio e gordo. Quando ele crescer, vai ter o pinto mal desenvolvido e ser impotente!
Os olhos de Aurora Valente brilharam com uma luz afiada, e sua aura se expandiu.
As veias na testa de Regina Bastos saltavam de tanta raiva. A maldição mais cruel para um homem era a impotência.
— Eu vou rasgar a sua boca!
Regina Bastos disse isso e pulou ferozmente na direção dela!
Aurora Valente reagiu rápido e se esquivou velozmente.
"Bang!"
Um som abafado soou, e Regina Bastos caiu de cara no chão.
O nariz bateu no chão, e a dor a fez chorar muito.
Os espectadores não puderam deixar de rir.
Aquelas risadas pareciam tapas no rosto de Regina Bastos.
Ela ficou com mais raiva, tão furiosa que os músculos do seu rosto tremiam.
— Pietra, leva a Beatriz embora rápido.
Aurora Valente, com medo de que Regina Bastos fizesse algo para machucar Beatriz Viana, falou apressadamente.
Pietra Rocha segurou Beatriz Viana e andou rápido em direção à porta.
Regina Bastos apoiou as mãos no chão e levantou a cabeça. Duas linhas de sangue escorriam do seu nariz, parecendo muito cômica.
Ela se levantou do chão com dificuldade, tocou o nariz e, ao ver o vermelho vivo na mão, seus olhos mostraram pânico.
— Você... você, você...

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