— Quer saber? Não sou sua e nunca serei. Nunca serei submissa a você.
— Você já é. Só não se deu conta disso.
— Eu mentiria, para você só para acabar com essa sua arrogância .... te diria que sim, que transei com o Jason, que ele foi meu primeiro. Mas sei que isso mataria um inocente
— sei do que você é capaz. Então não: eu não transei nem com Jason, nem com ninguém. Precisa de provas? Sou toda sua. Mas será a primeira e a última vez.
Eu disse isso me deitando na cama e abrindo as pernas, me oferecendo a ele. Seus olhos azuis brilharam de desejo puro, luxúria, percorrendo meu corpo e parando no meu sexo depilado. Uma faísca de posse selvagem o consumia.
— Que seja. Mas hoje você será minha, e duvido que não vai querer de novo.Ele se posicionou sobre mim, ajeitando-se no meio das minhas pernas
.— Você é muito convencido.
— Não só convencido. Sou confiante, ovelhinha.Disse isso calando qualquer palavra que eu pensara em falar com um beijo de tirar o fôlego. Quando senti seu membro roçar minha intimidade, me retesei, o coração acelerado de medo e expectativa.
— Nada disso. Assim só vai doer mais que o inevitável. Relaxa, Antonella.— Não tem como. Você é enorme. Acho que vai me rasgar com isso tudo.
— Não, não vou. Apesar de ser minha primeira virgem, não sou um moleque inexperiente. Sei como não te machucar.Então ele beijou meu pescoço, o colo, tomou um dos meus mamilos nos lábios enquanto me penetrava devagar. Assim que o senti me invadir, começou a arder, me alargando centímetro por centímetro. Lágrimas de dor pinicaram meus olhos
.— Ai, está ardendo muito. Disse sentindo ele me alargando.

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