POV Antonella
Eu queria empurrá-lo para longe, afastá-lo de mim, mas não conseguia. Não tinha forças. A verdade é que eu estava adorando sentir as mãos dele me tocando tão intimamente, mesmo sabendo que era errado. Eu o queria — desejava tanto que não contive o gemido quando os dedos dele me exploraram de um jeito que ninguém jamais havia feito. Uma onda de calor proibido me invadiu, misturando vergonha e um prazer que me deixava fraca.
— Repete novamente que não quer, e eu te deixo ir — murmurou ele, continuando a carícia torturante na minha intimidade, que agora encharcava minha calcinha.Não consegui sequer falar. Tudo que escapava da minha garganta eram gemidos de prazer puro, incontrolável.
— Você quer gozar, não quer? Então me peça. Me peça para te fazer gozar, ovelhinha, ou eu paro agora mesmo.
— Não... por favor, não pare.Ele tirou a mão do meu pescoço e segurou um dos meus seios firmes sob o vestido, massageando de forma deliciosa, enquanto afastava o elástico da minha calcinha fio dental. Começou a massagear meu clitóris com precisão, e meus gemidos aumentaram. Com muito cuidado
, sabendo que eu era virgem , introduziu um dedo dentro de mim, apenas um pouco, fazendo movimentos de vai e vem.
Os sons que eu emitia ficaram cada vez mais audíveis, e ele os abafou com um beijo faminto na minha boca. Por instinto, correspondi com a mesma fome, nossas línguas se entrelaçando em uma dança desesperada.
— Estou esperando, ovelhinha. Me pede para te fazer gozar, ou eu paro.
— Sim... me faça gozar. Eu quero gozar, por favor.Eu estava tão dominada pelo prazer que nem me importei em fazer o que ele queria. Só sabia que, se ele parasse, eu morreria de frustração. Ele abaixou a alça do meu vestido e tomou um dos meus mamilos roseo em sua boca, sugando de um jeito tão gostoso que mordi os lábios para sufocar um grito de êxtase. Nunca tinha vivido um orgasmo antes — só imaginava como seria, baseado nos livros eróticos que lia. Mas ao sentir meu corpo retesar e depois relaxar em espasmos que me sacudiam inteira, descobri que era muito melhor que qualquer descrição. Meu coração batia
Assim que minha respiração se normalizou, Ethan me ergueu do chão. Por instinto, envolvi o corpo dele com as minhas pernas, e ele foi andando em direção à cama, sem parar de me beijar, como se o mundo lá fora não existisse.— Está pronta para ser minha, Antonella? — perguntou ele, me deitando na cama com uma gentileza surpreendente, antes de se afastar para se despir.Era de tirar o fôlego o físico daquele homem. Ele tinha 22 anos a mais que eu, mas não parecia ter a idade que tinha. Ethan era o homem mais lindo e viril que eu já vira — músculos definidos, cicatrizes que contavam histórias de poder e perigo. Quando estava completamente despido, juntou-se a mim e, com muita gentileza, começou a me despir sem pressa, beijando cada pedaço de pele que ia descobrindo. Meu corpo tremia de antecipação e um medo doce.— Nossa, como você é perfeita. Eu me sinto o homem mais sortudo do mundo por ter uma coisinha linda como você em meus braços — sussurrou ele, quando eu estava completamente nua.Ele logo viu meu receio ao olhar para seu membro enorme, grosso, com veias salientes, e sorriu.

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