VÍCTOR BALTIMOR.
Aquela mulher, estava me enlouquecendo de um jeito que nunca fui antes. O corredor dos fundos estava vazio, o som da festa agora era só um rumor longínquo, como se o mundo lá embaixo tivesse deixado de existir. Empurrei a porta do quarto de hóspedes com o ombro e entrei, os olhos cravados nela — aquela garota que tinha me atraído com somente um olhar na pista de dança e agora estava aqui, e seria minha. Tranco a porta com um clique e me viro. Aos quarenta e oito anos, eu comando um país inteiro, enfrento crises que derrubariam homens mais fracos, mas ali, com aquela desconhecida me encarando como se soubesse exatamente o que fazia comigo, algo dentro de mim simplesmente se agitou.
Ela dá um passo para trás, as costas batendo na parede fria, e sorri — um sorriso perigoso, provocador, que faz meu sangue ferver e meu pau endurecer ainda mais.
— Vem — sussurra, com sua voz doce e carregada de desejo.
Não consigo mais esperar. Avanço como um animal faminto, agarro sua nuca e tomo sua boca com violência, um beijo de pura posse. Minha língua invade, meus dentes mordem o lábio inferior dela. Minha barba arranha sua pele macia; ela geme dentro da minha boca, cravando as unhas nos meus ombros, respondendo com a mesma fúria desesperada que me consome.
Prenso-a contra a parede, minha mão desce possessiva pela curva daquela bunda perfeita, apertando com força suficiente para deixar marcas que vão durar dias.
— Você está pedindo para ser fodida até não aguentar mais — rosno no ouvido dela, mordendo o lóbulo até ela tremer.
Ela ri baixo, uma risada safada que me enlouquece ainda mais, e desce a mão até minha braguilha, apertando meu pau que já dói de tão duro.
— Então me fode — desafia, abrindo o zíper devagar, me envolvendo com a palma quente. Eu a observo, ofegante.
Não aguento mais. Arranco aquele pedaço de pano que ela vestia, revelando aqueles seios firmes, rosados, os mamilos duros implorando por mim. Desço a boca neles com uma fome animal, chupo o esquerdo com força, a língua rodando o bico enquanto belisco o outro até ela arquear as costas e soltar um grito abafado que me faz latejar ainda mais.
— Mais forte — pede, puxando meu cabelo.
Obedeço, mordendo até ouvir seu choramingado de dor misturada com prazer puro. Eu gosto de um sexo bruto e é difícil encontrar uma mulher que saiba me levar.
Minha mão desce e rasga a calcinha de renda com um puxão violento. Dois dedos entram nela de uma vez — ela está encharcada, quente, apertada, me sugando como se tivesse sido feita só para mim.
— Porra, você tá pingando para mim — gemo contra seu peito, metendo rápido, meu polegar esfregando o clitóris inchado em círculos perfeitos.
Ela goza em segundos, o corpo convulsionando violentamente, jorrando nos meus dedos como se nunca tivesse sentido nada parecido. Ver seu rosto se contorcer de êxtase é a coisa mais linda e perigosa que já vi.
— Isso, goza na minha mão, sua safada — ordeno, sentindo cada espasmo dela, como se fosse meu. Ainda tremendo, ela me empurra com uma força surpreendente e cai de joelhos no chão frio.


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Os comentários dos leitores sobre o romance: A OBSESSÃO DO PRIMEIRO-MINISTRO PELA BABÁ INSOLENTE.