Ele começou a empurrar e Lucretia ficou tensa. Rhys havia sentido algo quando enfiou o dedo, mas afastou a possibilidade. No entanto, conforme ele foi entrar e não só a tensão era sensível a ele, como o rosto da fêmea debaixo dele mudou, Rhys sabia que tinha algo algo de errado.
— O que foi, Lucretia?
— Vai… com calma. — Ela pediu, as bochechas mais do que rosadas. O cheiro dela indicava que ela ainda estava com tesão, no entanto, também com medo.
— Você ainda quer? — Rhys estava explodindo, ele precisava tomá-la, mas, a decisão final era dela. Sempre seria.
— Quero. Só… eu nunca fiz isso. — Lucretia olhou para baixo. — Você é imenso.
Ele já não iria de uma vez porque tinha consciência de que não era um tamanho comum, mesmo para um Alfa e, por isso, sempre começava mais lento. Ele não pretendia passar só uma noite com Lucretia, então, imaginava que nas próximas vezes, as coisas ficariam mais dinâmicas.
Mas virgem? Ela era… virgem?
[“Duvido que o Sheffer não tentou! Lucretia deve ter negado, ela não é vagabunda como a irmã parece ser!”]
Rhys concordava com Embry. Porque nenhum macho em sã consciência, tendo uma fêmea gostosa daquelas como namorada e, depois, noiva, não transaria com ela. Lobisomens não eram como humanos, eles eram mais livres nesse sentido. Não tinham o costume de “se guardar”, justamente por serem muito sexuais. A maioria, quando chegava na puberdade, acabava se entregando.
— Você quer dar sua primeira vez pra mim? — Rhys perguntou. Dentro dele, uma fúria começou a crescer. Se não fosse ele, quem seria? Quem é que iria encostar nela? Ele não queria outro macho colocando as patas imundas em Lucretia!
Lucretia não queria dormir com qualquer um. Ela pensava que Kolby seria o único macho para ela, e ele fez o que fez. Rhys nunca prometeu nada, ele não estava cortejando-a, não estava se fazendo de carinhoso para transar com ela e depois descartar.
[“E ele é um macho muito gostoso. Admita! Bem melhor do que o Kolby!”] Kali falou. Ela nunca gostou de Kolby, mesmo!
— Quero. Eu quero… que seja você. — Ela passou os braços pelo pescoço de Rhys.
— Desculpa. — Ele falou e desceu com uma das mãos para o clitóris dela. Rhys não mais a abraçava, mas estava curvado para sugar-lhe um dos mamilos, enquanto a outra mão brincava com o outro, apertando-o, rolando entre os dedos. Lucretia começou a relaxar mais e, em minutos, estava se remexendo, buscando mais contato. Rhys sorriu.
— R-Rhys…
Ouvir o nome dela tinha um efeito explosivo. Ele a puxou mais para a beirada da cama, sem sair dela, e segurou-lhe as pernas. Ele a olhava nos olhos, movendo-se lentamente, mais ali na porta. Lucretia começou a sorrir e a revirar os olhos.
— Gosta assim? — ele perguntou e ela assentiu. Rhys aumentou o ritmo, sem ir fundo, ficando apenas ali na entrada dela. Lucretia estava sentindo prazer. Ardia, mas era bom!
Rhys se deixou gozar, ele precisava! Ele continuou duro e se movendo. Lobisomens tinham mais estamina que humanos e, um Alfa, mais ainda!
[“Depois dessa noite, ela é só nossa!”] Embry disse.

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