— Você quer mesmo ajudar? — ela perguntou e viu que ele ficou surpreso, mas logo, algo se acendeu nos olhos de Ben.
— Sim! Eu quero! Só precisa me dizer o que quer que eu faça!
Lucretia assentiu.
— Muito bem. Vamos nos sentar em algum lugar para conversar.
Mais tarde, quando Rhys voltou para o quarto, cansado, ele viu Lucretia muito tranquila. Ao mesmo tempo que ele achava isso ótimo, havia alguma coisa nela que estava diferente.
Ele aproximou-se e a abraçou, beijando-lhe a testa. Lucretia fechou os olhos e inspirou fundo, sorrindo, pois o cheiro de Rhys a deixava tão confortável!
— O que a minha adorável esposa andou fazendo?
Lucretia levantou as duas sobrancelhas e se afastou um pouco, encarando o marido que estava de pé.
— Fala como se eu estivesse aprontando algo.
Rhys colocou uma mecha do cabelo atrás da orelha dela.
— Ah, mas eu sei que está. Você está com um olhar… — ele sorriu. — Se não quer me contar, tudo bem. Mas admita.
Lucretia revirou os olhos.
— Talvez eu esteja planejando alguma coisa. Mas é para que tudo fique bem. Só… confie em mim, ok?
Rhys sentou-se na cama e a beijou com carinho.
— Pode deixar. Eu confio em você de olhos fechados, meu amor.
O beijo ficou mais profundo, porém, ele se afastou e Lucretia franziu a testa, fazendo biquinho. Rhys riu.
— Do que está rindo? Parou de me beijar!
O dedão de Rhys passou pelos lábios de Lucretia, demorando-se mais no inferior, arrastando-o mais para baixo.


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