Embry rosnou dentro dele, um rosnado de pura necessidade de fincar os dentes em Lucretia e tomá-la. “Amor”, saindo da boca dela, significava que ela…
[“Ela nos ama!”] Embry gritou dentro da mente de Rhys. [“Lucretia nos ama, Rhys! Ela… nos quer de verdade!”]
Lucretia não entendeu o motivo de Rhys ter parado de se mover, não por um ínfimo momento. Quando se deu conta do que tinha dito, ela prendeu a respiração. Tinha falado demais! Como ela queria que Kali estivesse ali!
Rhys começou a se levantar, lentamente, sem olhar no rosto de Lucretia. Ele parou quando estava completamente de pé. As respirações deles pareciam ser os únicos sons no banheiro.
— De novo. — Rhys disse com um tom de comando, baixo, rouco. Lucretia abriu a boca, mas nada saiu. Ele a olhou nos olhos. — Repete.
— Rhys, eu…
— Repete o que você disse.
Ela engoliu em seco.
— Amor.
Rhys rosnou.
— De novo!
— A-Amor…
A mão direita apoiou-se na parede, ao lado da cabeça de Lucretia.
— De novo!
— Rhys, o quê…?!
— Rhys?
— Relaxa. — Ele sussurrou no ouvido de Lucretia e continuou, girando o dedo, enquanto continuava a entrar e sair dela com o membro.
A sensação de ser preenchida nos dois lugares era intensa e Lucretia sentiu o prazer dela crescendo mais e mais. Rhys também conseguia sentir.
– Oh, Rhys… isso é…
— Tá gostando? — ele perguntou e ela assentiu. — Eu vou comer você todinha, Lucretia. Cada pedaço seu. Quero você gritando de prazer, porra!
Ele tirou o dedo, apenas para umedecer o seguinte e enfiar os dois, um de cada vez, enquanto continuava a mover os quadris contra os dela. Lucretia anunciou o orgasmo e Rhys acelerou. Ela novamente esguichou e ele sorriu, satisfeito. Para a surpresa dele, ela se virou com a barriga para cima e abriu a boca, erguendo a mão em direção à ereção dele.
— Quer leite na boquinha? — Lucretia fez que sim com a cabeça e ele não negaria nada a ela.

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