Lucretia pensou que não ia demorar muito, afinal, era só um vestido! Ela estava enganada. Pelo visto, Rhys havia, no pouco tempo que tinha, conseguido planejar uma cerimônia e uma festa suntuosa.
Oficialmente, dois vestidos eram necessários, porém, para manter tudo em ordem e evitar qualquer contratempo, como o vestido se sujar — ou ser destruído por alguém, o que não seria uma surpresa. Diversas noivas já passaram por algo do tipo, e não só as humanas. Fêmeas lobisomens podiam ser realmente vingativas! —, assim, a cerimônia não teria qualquer risco de não se cumprir.
Lucretia suspirou ao pensar naquilo. Do jeito que Rhys era, fosse por amor, fosse por paixão, ou simplesmente para alcançar os objetivos dele, aquela cerimônia ocorreria. De um jeito ou de outro. Nem que Lucretia e ele tivessem que entrar pelados no grande salão.
René ficaria ali até o fim da cerimônia, para poder cuidar de qualquer contratempo.
— Tem certeza? Quer dizer, seu marido e filhos…?
— Não se preocupe, querida. — Lauren colocou a mão no braço de Lucretia. — Eles entendem que é o meu trabalho.
Lucretia e ela estavam tomando chá.
— Desculpa perguntar, mas como é que começou a trabalhar para… pessoas como nós?
Lauren suspirou e olhou para frente.
— Uma vez, meu filho foi salvo por uma pessoa… como vocês. No início, não compreendíamos algumas coisas, mas ele se mostrou uma criatura maravilhosa e, o fato de que vocês são mais do que humanos, não é um problema.
— Chamam a nós de monstros, quando nos conhecem. — Lucretia falou, mexendo a colher dentro da xícara e olhando para o líquido âmbar.
Quando um dos mamilos dela foi apertado pelos dedos dele, Lucretia gritou, mas sem interromper o beijo. A outra mão de Rhys desceu para a intimidade dela, circulando o clitóris dela e arrancando mais um grito.
— Oh! — ela choramingou e enfiou as unhas no peito de Rhys. Ele rosnou, agora. — Me fode, Rhys. — Ela pediu.
Ele se inclinou mais e desceu os beijos, chupando-lhe os seios e mordendo os mamilos. As sugadas eram fortes e Lucretia sabia que ficariam com os bicos doloridos, mas era uma dor gostosa, bem-vinda. Os dedos de Rhys entraram na intimidade de Lucretia e ela rebolou, indo de encontro, querendo mais contato.
— Assim… Ah! — ela começou a convulsionar quando ele torceu os dedos para cima. Enfiou um terceiro e Lucretia achou que fosse cair ali mesmo, mas Rhys a segurou. Ele estava abaixado, passando a língua no botão dela. — Rhys… amor…
“Amor”. Aquela palavra fez Rhys parar de se mover por um momento.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna.