No início, quando foi derrubada, Alícia pensou que quem chegara era Lúcio.
Não sabia por que, mas seu subconsciente achava que Lúcio a protegeria, assim como da última vez em que, mesmo chateado com ela, ele apareceu de repente no momento de perigo para protegê-la.
Ela jamais imaginou que seria Julian!
Julian, no entanto, protegeu-a firmemente em seus braços. No instante em que se levantou, pegou a barra de ferro do chão e, quando o oponente avançou, contra-atacou com a barra e derrubou o homem com um chute.
Mas os adversários vinham com tudo, atacando para matar.
Julian não era lutador, apenas tinha o hábito de treinar na academia, e não conseguia lidar com aqueles assassinos profissionais.
E a entrada dos homens de Hélder apenas equilibrou um pouco a situação, sem conseguir reverter o cenário.
De repente, um homem vestido todo de preto, com boné preto, máscara preta cobrindo o rosto e luvas elásticas pretas nas mãos, pegou uma barra de ferro caída no chão.
A barra girou a partir de sua cintura, derrubando simultaneamente as duas pessoas que se aproximavam dele pelos lados.
Ele agarrou com as duas mãos as barras de ferro que vinham em sua direção, puxou com força para o centro e bateu as cabeças dos dois agressores uma contra a outra, que gritaram e caíram, sem se levantar mais.
Alícia olhava atônita para aquela figura alta e imponente de costas.
Os olhos de Hélder brilharam:
— J!
Alícia olhou incrédula para Lúcio, que aparecera de repente. Então ele não tinha ido em missão... mas por que não respondeu às mensagens dela e de Hélder?
Com a entrada de Lúcio, a situação se reverteu rapidamente!
Alícia desviou o olhar; Julian ainda a protegia firmemente em seus braços.
— Julian, acabou. O Lúcio está aqui, não vai acontecer nada. — Ela disse com total convicção.
Julian olhou para o homem de boné que se juntara à luta; parecia que suas habilidades eram excelentes.
Ele soltou Alícia cuidadosamente.
— Você está bem?

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