Quando conheceu Gustavo, ele ainda era muito jovem, mas já demonstrava maturidade e um charme contido. Era meticuloso, calculado, e jamais deixava as emoções fugirem do controle.
Se embriagar num restaurante, de forma tão indigna, era algo que ele nunca teria permitido a si mesmo.
Havia marcas discretas de lágrimas em seu rosto. Era evidente que, por causa deles, ele havia chegado ao limite.
Quanto mais Bianca pensava nisso, mais o coração doía. Com a ajuda dos funcionários, tratou de levá-lo até o carro.
Ao vê-lo largado no banco do passageiro, pálido e sem forças, Bianca franziu a testa e passou a mão pelo rosto dele com cuidado.
Quando se inclinou para lhe beijar os lábios, ouviu Gustavo murmurar, num fio de voz:
— Lalá...
— Não faz isso comigo...
Ele agarrou o pulso de Bianca de repente e a puxou para os braços. Mas os nomes que escapavam de sua boca, um após o outro, eram todos o de Ayla.
Os olhos de Bianca se arregalaram.
Foi como se uma lâmina atravessasse seu coração de uma vez. A dor era insuportável.
Demorou alguns segundos até conseguir reagir. Empurrou Gustavo com força.
— Gustavo! Você se apaixonou por ela?
Mas ele estava bêbado demais. Apenas levantou a mão de forma desordenada, ainda chamando o nome de Ayla.
— Lalá... me perdoa...
— Você...
Bianca perdeu o controle.
Deu-lhe um tapa forte no rosto, saiu do carro e foi embora sem olhar para trás.
Do outro lado, Ayla esperou por muito tempo. Daniel não apareceu.
Ela olhou para o registro da última chamada no celular. Duas horas e meia antes, Daniel havia ligado dizendo que surgira um imprevisto e que se atrasaria.
O garçom se aproximou com cuidado:
— Senhorita, desculpe incomodar, mas já estamos fechando.
Ayla ergueu os olhos. Já eram onze e meia da noite.
Do lado de fora, muitas luzes haviam se apagado. A noite era profunda e silenciosa.
— Tudo bem, já estou indo. — Ayla assentiu.
Pensou por um instante e decidiu ligar para Daniel.
— Tô aqui, na porta da sua casa.
A respiração dele estava ofegante, como se tivesse corrido. Bem diferente do tom calmo e frio de sempre.
Ayla se assustou e abriu a porta imediatamente.
Daniel estava com uma faixa de gaze na testa. Tinha hematomas leves no rosto e no canto da boca.
Usava um sobretudo, e o colarinho da camisa estava aberto.
No pescoço claro, havia riscos finos com traços de sangue seco.
— Sr. Daniel, o que aconteceu? — Ayla se assustou com a aparência dele.
Estendeu a mão, mas hesitou antes de tocá-lo.
— Sofri um acidente no caminho. Fui resolver tudo.
— Demorei demais. Desculpa te deixar esperando.
O pomo de Adão dele se moveu devagar. Falava de algo sério como se não fosse nada demais.
Ayla abriu a boca, mas não soube o que dizer.
— Então... o tal imprevisto que você mencionou... era um acidente de carro?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Amor Falso Herança Verdadeira
Quero meu dinheiro de volta já que vcs não concluem esse livro....
Lamentável a falta de respeito, o descaso...
Que falta de respeito com os leitores... Cadê o restante dos capítulos?...
O povo que não tem respeito por seus eleitores. Aff...
Impressionante a falta de respeito com os leitores...
Então, parou de novo? O que está acontecendo? Quantos capítulos tem esta novela?...
Eita que voltou a palhaçada de antes! 1 capítulo por dia. Quando vão terminar este livro? Estou lendo há mais de 6 meses. Que HORROR 😡...
Vai voltar 1 dapitulo por dia? Desisto. Dinheiro jogado fora...
Cada vez que leio as páginas em migalhas deste livro, sinto um ódio. Pq eu gosto do conteúdo e não quero abrir mão! Mas eu tomei um ranço tão grande dessa plataforma, só por causa da patifaria deste escritor. A falta de respeito com os leitores, chega ser ofensiva, pois as páginas que publicam por dia, e a quantidade de moedas que vendem para o acesso as páginas, não condizem. 😡😡😡😡 Simplesmente REVOLTANTE!...
Preguiça dessa falta de respeito com o leitor...