Ela foi como uma luz.
Quando Rebeca mergulhava na escuridão mais profunda, foi aquela luz que a acompanhou noite após noite, afastando pesadelos, sustentando-a com força e coragem.
E, de repente, essa luz se apagou para sempre.
Rebeca jamais acreditou que ela teria tirado a própria vida sem motivo. Nem mesmo por causa de um término. Jamais.
A mão de Bruno que segurava o copo hesitou por um instante. O olhar turvo ganhou um lampejo de lucidez, afiado, mas logo voltou a se perder sob o efeito do álcool.
Ele curvou os lábios.
— Aquela? É só... uma velha amiga.
— Velha amiga?
As unhas de Rebeca cravaram-se na palma da mão.
Ela forçou a voz a permanecer estável.
— Era alguém importante? E agora onde ela está?
Bruno ficou em silêncio por alguns segundos. Depois inclinou a cabeça e esvaziou o copo de uma vez.
O álcool amplificava tudo o que ele tentava manter sob controle. Nos olhos sempre calculistas, surgiu uma sombra rara, algo próximo da dor.
— Ela morreu.
Duas palavras.
A voz saiu rouca, mas o tom era neutro.
Como se relatasse um fato distante, sem ligação com ele.
Mesmo preparada para ouvir aquilo, quando a confirmação saiu da boca de Bruno, um frio percorreu o corpo de Rebeca dos pés à cabeça.
O coração doeu de forma quase insuportável.
Ela baixou a cabeça, lutando contra as lágrimas que ameaçavam transbordar.
— Como... foi doença?
Bruno soltou um riso breve.
— Doença? Pode chamar assim. Colocar toda a esperança em outra pessoa e acabar despedaçada, não é um tipo de doença?
Ele falava da garota. Ou talvez falasse de outra coisa através dela.
Rebeca sentiu o sangue gelar.
Ele não respondeu de imediato.
Era uma pergunta que ele mesmo se fazia havia muito tempo. E não esperava ouvi-la justamente dela.
Depois de alguns segundos, falou com simplicidade:
— Talvez... fama, liberdade. E felicidade.
Três coisas amplas. Ambiciosas.
Compatíveis com o apetite dele.
Ele queria tudo.
— Felicidade? — O termo pareceu ferir Rebeca. — Para o Sr. Bruno, isso não deveria ser fácil?
— O que eu quero não é satisfação superficial. — O olhar dele se tornou mais sério, apesar do cheiro forte de álcool. — Eu quero família. Alguém para amar. Amigos. Algo como a Ayla tem... o apoio da família Cardoso.
De repente, ele a encarou de forma fixa.
A embriaguez ainda estava ali, mas a sinceridade superava o costumeiro cálculo.
Rebeca percebeu. Dessa vez, ele não mentia.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Amor Falso Herança Verdadeira
Que falta de respeito com os leitores... Cadê o restante dos capítulos?...
O povo que não tem respeito por seus eleitores. Aff...
Impressionante a falta de respeito com os leitores...
Então, parou de novo? O que está acontecendo? Quantos capítulos tem esta novela?...
Eita que voltou a palhaçada de antes! 1 capítulo por dia. Quando vão terminar este livro? Estou lendo há mais de 6 meses. Que HORROR 😡...
Vai voltar 1 dapitulo por dia? Desisto. Dinheiro jogado fora...
Cada vez que leio as páginas em migalhas deste livro, sinto um ódio. Pq eu gosto do conteúdo e não quero abrir mão! Mas eu tomei um ranço tão grande dessa plataforma, só por causa da patifaria deste escritor. A falta de respeito com os leitores, chega ser ofensiva, pois as páginas que publicam por dia, e a quantidade de moedas que vendem para o acesso as páginas, não condizem. 😡😡😡😡 Simplesmente REVOLTANTE!...
Preguiça dessa falta de respeito com o leitor...
Uma vergonha essa liberação de 2 capítulos por dia...
Gente cadê os capítulos deste livro? Estão de palhaçada né? Um capítulo por dia? Isso pra mim já está passando de todos os limites, o desrespeito com os leitores chega a ser uma afronta!!!😡 Estou REVOLTADA, se não consegue escrever o livro com agilidade e destreza, termina logo, cria o final e coloca um ponto final. É melhor do que ficar procrastinando para chegar ao final e perder ou leitores, além de incitar a nossa revolta. Por favor que a plataforma reveja os seus conceitos, em relação aos seus escritores, já que não concluem um livro....